O diabetes é uma das doenças que mais mata no mundo, sendo a terceira maior causa de mortes no Brasil e responsável por uma série de problemas que acabam transformando a vida das pessoas portadoras da doença. O aumento anormal da glicose (açúcar) no sangue pode prejudicar o funcionamento de diversos órgãos do corpo humano.
Com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, pode-se viver normalmente com o diabetes. O acompanhamento rigoroso da doença com o endocrinologista, uma alimentação balanceada e a prática de atividades físicas são hábitos fundamentais para o bom controle da doença. Mas, se esses cuidados não são tomados pelo paciente, as consequências da doença podem ser graves, acarretando doenças renais, cardíacas e alterações visuais que podem levar à cegueira irreversível.
Essa cegueira pode ser causada pela Retinopatia Diabética, resultado do desequilíbrio e das altas taxas de açúcar no sangue, que com o tempo, provocam danos aos vasos sanguíneos da retina, parte posterior do olho - composta em sua maior parte por células nervosas - e onde se forma a imagem ou visão.
Segundo o oftalmologista Márcio Eulálio, a retinopatia não atinge todos os diabéticos estando associada, principalmente, ao tempo de doença e ao controle inadequado da glicemia. “O controle glicêmico (do açúcar no sangue) é muito importante para que o paciente não desenvolva o problema, pois um paciente mal controlado, que não segue uma dieta adequada e não pratica exercícios físicos, tende a apresentar a retinopatia mais precocemente”, explica.
Existem diversos meios de tratamento para a retinopatia, dependendo do estado em que a doença se encontra. Quando descoberta em sua fase inicial, o tratamento geralmente é feito por meio de fotocoagulação a laser. Em casos mais complexos, além do laser pode-se realizar o uso de medicações intraoculares (injeções intravítreas de anti-angiogênicos) e, em situações ainda mais avançadas, pode ser necessária a realização de um tratamento cirúrgico para restaurar a retina, através de Vitrectomia.
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Com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, pode-se viver normalmente com o diabetes. O acompanhamento rigoroso da doença com o endocrinologista, uma alimentação balanceada e a prática de atividades físicas são hábitos fundamentais para o bom controle da doença. Mas, se esses cuidados não são tomados pelo paciente, as consequências da doença podem ser graves, acarretando doenças renais, cardíacas e alterações visuais que podem levar à cegueira irreversível.
Essa cegueira pode ser causada pela Retinopatia Diabética, resultado do desequilíbrio e das altas taxas de açúcar no sangue, que com o tempo, provocam danos aos vasos sanguíneos da retina, parte posterior do olho - composta em sua maior parte por células nervosas - e onde se forma a imagem ou visão.
Segundo o oftalmologista Márcio Eulálio, a retinopatia não atinge todos os diabéticos estando associada, principalmente, ao tempo de doença e ao controle inadequado da glicemia. “O controle glicêmico (do açúcar no sangue) é muito importante para que o paciente não desenvolva o problema, pois um paciente mal controlado, que não segue uma dieta adequada e não pratica exercícios físicos, tende a apresentar a retinopatia mais precocemente”, explica.
Imagem: Reprodução
Cegueira irreversível
Na sua fase inicial, a retinopatia diabética é assintomática e em virtude disso, o especialista orienta consultas oftalmológicas regulares. “O mapeamento da retina periódico em pacientes diabéticos é de suma importância para que a retinopatia possa ser detectada precocemente e tratado em tempo hábil quando necessário”, afirma Márcio Eulálio.
Cegueira irreversívelExistem diversos meios de tratamento para a retinopatia, dependendo do estado em que a doença se encontra. Quando descoberta em sua fase inicial, o tratamento geralmente é feito por meio de fotocoagulação a laser. Em casos mais complexos, além do laser pode-se realizar o uso de medicações intraoculares (injeções intravítreas de anti-angiogênicos) e, em situações ainda mais avançadas, pode ser necessária a realização de um tratamento cirúrgico para restaurar a retina, através de Vitrectomia.
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