O Sindicato dos Médicos do Piauí enviou nota de esclarecimento referente à notícia de que a prefeitura de Capitão de Campos gastou mais de R$ 277 mil na contratação irregular de profissionais de saúde.
De acordo com a nota, os valores pagos não foram feitos de forma indevida e os profissionais listados não concentravam mais de um cargo público de forma ilegal.
Confira a nota de esclarecimento na íntegra:
Em resposta ao texto veiculado no portal GP1, no dia 09 de julho de 2012, gostaríamos de esclarecer alguns pontos abordados na matéria que pecam pela falta de checagem, para não dizer ausência de um mínimo de atenção.
Primeiramente, os valores pagos pelo prefeito de Capitão de Campos aos profissionais de saúde não foram feitos de forma indevida, conforme é colocado na reportagem. O valor citado é referente ao exercício de 2011, ou seja, a quantia de R$ 238.808,32 é a soma dos valores pagos durante todo o ano de 2011.
Os profissionais listados não concentravam mais de um cargo público de forma ilegal, uma vez que, conforme diz o mesmo artigo 37 da Constituição Federal citado na reportagem, o acúmulo de mais de um cargo público só é vedada quando houver incompatibilidade de horário. O que não é o caso, uma vez que, com um pouco mais de atenção, é possível verificar que as horas trabalhadas se referem ao total de um ano. Como sabemos um ano tem 8.760 horas, ou seja, houve tempo suficiente para que um profissional pudesse trabalhar na referida prefeitura e em qualquer outro lugar, sem que houvesse choque de horários.
Esclarecemos que os nomes dos profissionais Maria de Lourdes Ribeiro Cardoso, Leandro Paixão Torres, Katiuscia Fontenele de Andrade e Samuel Robson Moreira Rego no período em questão, no exercício de 2011, não possuíam mais de um vínculo público, portanto, não deveriam nem estar aparecendo em uma notícia na qual o texto dá a entender que a irregularidade se estendia a eles. Na verdade, pelos motivos na matéria citados nem mesmo atingem os profissionais Salmo Melo oliveira Lima e Lindjakson Peres Alexandre, invalidando totalmente o texto deste site de notícias.
Portanto, pedimos que, pelo bom jornalismo, ao produzirem qualquer notícia com a intenção de denunciar algo ilegal, primeiramente chequem todas as informações com atenção, a fim de não publicarem uma reportagem falsa ou, principalmente, denegrirem o nome de alguém indevidamente, algo gravíssimo e passível de punições legais em qualquer sociedade democrática.
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De acordo com a nota, os valores pagos não foram feitos de forma indevida e os profissionais listados não concentravam mais de um cargo público de forma ilegal.
Confira a nota de esclarecimento na íntegra:
Em resposta ao texto veiculado no portal GP1, no dia 09 de julho de 2012, gostaríamos de esclarecer alguns pontos abordados na matéria que pecam pela falta de checagem, para não dizer ausência de um mínimo de atenção.
Primeiramente, os valores pagos pelo prefeito de Capitão de Campos aos profissionais de saúde não foram feitos de forma indevida, conforme é colocado na reportagem. O valor citado é referente ao exercício de 2011, ou seja, a quantia de R$ 238.808,32 é a soma dos valores pagos durante todo o ano de 2011.
Os profissionais listados não concentravam mais de um cargo público de forma ilegal, uma vez que, conforme diz o mesmo artigo 37 da Constituição Federal citado na reportagem, o acúmulo de mais de um cargo público só é vedada quando houver incompatibilidade de horário. O que não é o caso, uma vez que, com um pouco mais de atenção, é possível verificar que as horas trabalhadas se referem ao total de um ano. Como sabemos um ano tem 8.760 horas, ou seja, houve tempo suficiente para que um profissional pudesse trabalhar na referida prefeitura e em qualquer outro lugar, sem que houvesse choque de horários.
Esclarecemos que os nomes dos profissionais Maria de Lourdes Ribeiro Cardoso, Leandro Paixão Torres, Katiuscia Fontenele de Andrade e Samuel Robson Moreira Rego no período em questão, no exercício de 2011, não possuíam mais de um vínculo público, portanto, não deveriam nem estar aparecendo em uma notícia na qual o texto dá a entender que a irregularidade se estendia a eles. Na verdade, pelos motivos na matéria citados nem mesmo atingem os profissionais Salmo Melo oliveira Lima e Lindjakson Peres Alexandre, invalidando totalmente o texto deste site de notícias.
Portanto, pedimos que, pelo bom jornalismo, ao produzirem qualquer notícia com a intenção de denunciar algo ilegal, primeiramente chequem todas as informações com atenção, a fim de não publicarem uma reportagem falsa ou, principalmente, denegrirem o nome de alguém indevidamente, algo gravíssimo e passível de punições legais em qualquer sociedade democrática.
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