A professora comunitária do Programa Mais Educação da Unidade Escolar Cristino Castelo Branco, Josefina Ferreira Gomes, denunciou a desorganização e o descaso do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Piauí – Sinte-Pi – com as escolas que agendam a recreação dos alunos no Clube social da entidade, conhecido como Clube do Professor. De acordo com Josefina, ela encaminhou pessoalmente um ofício para o Sindicato, o documento foi recebido, mas quando os alunos e professores chegaram ao local os funcionários não haviam sido informados e as piscinas estavam sujas. O passeio fazia parte das atividades do programa Mais Educação.
“O funcionário me disse que não há comunicação entre o Sinte-Pi e eles, e que ocorre diversas vezes de chegar dois ônibus de duas escolas diferentes em um dia só”, disse a professora. “Acho isso uma falta de respeito e compromisso por parte do Sinte para com os sócios, que agendam com eles e eles fazem isso, e com os alunos de escola pública que chegam aqui e muitas vezes tem que dar meia volta, frustrando as crianças que esperam o ano inteiro por esse dia. Enquanto isso nosso dinheiro está sendo usado é lá na colônia de férias em Luís Correia”, criticou.
Josefina disse que entregou o ofício pessoalmente no Sinte, onde foi bem atendida e saiu de lá considerando garantida a diversão das crianças. “Então é obrigação deles informar aos funcionários do clube, não é papel nosso, pois eu gastei tempo saindo da escola, indo no Sinte pessoalmente levar o ofício, eles é que tem que comunicar aos funcionários do clube”, falou a professora. “Nós já temos que ir lá levar o ofício e agendar, comunicar e fazer reuniões de pais, ver a questão do transporte, mobilizar os professores que vão acompanhar, preparar o lanche pra levar, e depois de tudo isso ainda teremos que ir avisar pros funcionários do clube é?”, indagou a coordenadora do Programa Mais Educação.
“Então de um passeio desses, a única obrigação do Sinte é receber o ofício e comunicar aos funcionários do clube”, arrematou Josefina Ferreira.
Mais de duas horas e meia de espera
A monitora de letramento do “Mais Educação “Vanda Teles, considerou o fato uma falta de respeito o local não estar preparado para receber o passeio da U.E. “As crianças chegaram às 09 da manhã, tiveram que esperar por duas horas e meia, porque foi uma hora pra esvaziar a piscina suja, meia hora pra limpar, e mais uma hora pra encher de novo, com isso elas foram banhar era mais de 11 horas, sendo que teriam de ir embora meio dia e meia”, informou a monitora. “Tivemos que controlar eles durante toda a espera, a gente está de garganta ardendo de tanto explicar pra eles que não podiam entrar na piscina dos adultos, que era pra tomar cuidado com os brinquedos estragados do parquinho do Clube, que era onde eles estavam brincando enquanto esperavam, e eles perderam quase três horas de lazer, um lazer que eles esperam o ano todo, um absurdo”, exclamou Vanda Teles.
É uma frustração os alunos passarem o ano todo esperando esse passeio e chegar aqui o funcionário não ter sido comunicado. Quando eu cheguei aqui e vimos a situação um deles ainda disse. ‘É o jeito se conformar com os chuveiros, porque as piscinas estão sujas de domingo ainda’, aí eu bati o pé e disse que não, que chuveiro eles tem em casa, que eles vieram banhar foi de piscina”, disse a professora Josefina.
Funcionários
Gilberto dos Santos, funcionário do clube do professor que estava no momento em que os alunos chegaram, reclamou que não os funcionários do local não são comunicados das cessões. “A comunicação entre o escritório e aqui é péssima, de vez em quando acontece isso aí. Já aconteceu de chocarem a vinda de duas escolas, quando a gente pensa que não chega os busão aqui, aí eu digo ‘o que é que está acontecendo?’ aí eles me mostram o ofício e só então é que eu fico sabendo”, revelou o funcionário.
Outro funcionário, Joaquim Valério de Oliveira, também reclamou da falta de comunicação. “O Sinte tem que enviar o ofício pra cá pra gente poder ficar sabendo e preparar o clube, se não avisar não tem como a gente saber né?”, falou.
“Ia ser ‘paia’, ia ser uma perda, chegamos aqui, ficamos mais de duas horas esperando, e só agora estamos banhando”, disse a aluna Daniele Cristina Cavalcante Pires, de 11 anos. “Se não desse certo a gente ficar só brincando naqueles brinquedos tudo quebrado, ‘nam’, ia ser ruim”, completou. “Ah! Pois nós ia fica injuriado”, exclamou a aluna Marcela dos Santos, 13 anos, sobre a possibilidade de terem chegado no clube e dado meia volta, como já aconteceu com outras escolas. “Acham que só porque são alunos de escola pública aí é daquele jeito ‘se deu deu, se não deu pronto, voltem pra trás e fique por isso mesmo’, mas não é assim não, é um grande desrespeito isso”, exclamou a professora Josefina. Os alunos saíram do local às 12h52min, pois a escola já havia se comprometido com os pais dos alunos para que fossem buscar seus filhos às 13h30min, o que impossibilitou recuperar o tempo que perderam na espera.
Sindicato dos Professores
A presidente do Sinte-Pi, professora Odeni Silva, falou ao Portal GP1 e disse que se tal situação estiver ocorrendo será prontamente corrigida. “O clube tem uma secretaria social, temos um funcionário pra agendar e informar, pode ter ocorrido um contratempo”, disse a professora.
“Eu acho inaceitável isso estar acontecendo porque o Sinte tem uma estrutura, mas a escola poderia ter procurado a presidente do Sinte ou a diretora social para reclamar sobre o ocorrido”, disse Odeni. “Nosso clube é um clube bastante preocupado em atender bem, O que eu mais oriento pra o pessoal da central do clube é que avise aos funcionários para que seja feito um bom atendimento desse clube que é bastante requisitado”, completou Odeni, que orientou nossa equipe a contactar os responsáveis pelo agendamento.
O escriturário do Sinte-Pi, Marcos Aurélio, responsável pelo agendamento do clube, informou que o problema foi resolvido no momento em que a professora Josefina ligou para ele. “Ela me ligou e a gente já foi resolvendo logo essa questão, isso não costuma acontecer, foi um contratempo que houve e acabou acontecendo isso, pedi desculpas para ela”, disse Marcos Aurélio. “O Clube tem um calendário mensal, as piscinas são limpas diariamente, temos muito cuidado. Tem um calendário mensal que é bem seguido, peço desculpas se ocorreu isso, que é muito difícil de acontecer”, finalizou Marcos Aurélio.
“O funcionário me disse que não há comunicação entre o Sinte-Pi e eles, e que ocorre diversas vezes de chegar dois ônibus de duas escolas diferentes em um dia só”, disse a professora. “Acho isso uma falta de respeito e compromisso por parte do Sinte para com os sócios, que agendam com eles e eles fazem isso, e com os alunos de escola pública que chegam aqui e muitas vezes tem que dar meia volta, frustrando as crianças que esperam o ano inteiro por esse dia. Enquanto isso nosso dinheiro está sendo usado é lá na colônia de férias em Luís Correia”, criticou.
Josefina disse que entregou o ofício pessoalmente no Sinte, onde foi bem atendida e saiu de lá considerando garantida a diversão das crianças. “Então é obrigação deles informar aos funcionários do clube, não é papel nosso, pois eu gastei tempo saindo da escola, indo no Sinte pessoalmente levar o ofício, eles é que tem que comunicar aos funcionários do clube”, falou a professora. “Nós já temos que ir lá levar o ofício e agendar, comunicar e fazer reuniões de pais, ver a questão do transporte, mobilizar os professores que vão acompanhar, preparar o lanche pra levar, e depois de tudo isso ainda teremos que ir avisar pros funcionários do clube é?”, indagou a coordenadora do Programa Mais Educação.
“Então de um passeio desses, a única obrigação do Sinte é receber o ofício e comunicar aos funcionários do clube”, arrematou Josefina Ferreira.
Mais de duas horas e meia de espera
A monitora de letramento do “Mais Educação “Vanda Teles, considerou o fato uma falta de respeito o local não estar preparado para receber o passeio da U.E. “As crianças chegaram às 09 da manhã, tiveram que esperar por duas horas e meia, porque foi uma hora pra esvaziar a piscina suja, meia hora pra limpar, e mais uma hora pra encher de novo, com isso elas foram banhar era mais de 11 horas, sendo que teriam de ir embora meio dia e meia”, informou a monitora. “Tivemos que controlar eles durante toda a espera, a gente está de garganta ardendo de tanto explicar pra eles que não podiam entrar na piscina dos adultos, que era pra tomar cuidado com os brinquedos estragados do parquinho do Clube, que era onde eles estavam brincando enquanto esperavam, e eles perderam quase três horas de lazer, um lazer que eles esperam o ano todo, um absurdo”, exclamou Vanda Teles.
É uma frustração os alunos passarem o ano todo esperando esse passeio e chegar aqui o funcionário não ter sido comunicado. Quando eu cheguei aqui e vimos a situação um deles ainda disse. ‘É o jeito se conformar com os chuveiros, porque as piscinas estão sujas de domingo ainda’, aí eu bati o pé e disse que não, que chuveiro eles tem em casa, que eles vieram banhar foi de piscina”, disse a professora Josefina.
Funcionários
Gilberto dos Santos, funcionário do clube do professor que estava no momento em que os alunos chegaram, reclamou que não os funcionários do local não são comunicados das cessões. “A comunicação entre o escritório e aqui é péssima, de vez em quando acontece isso aí. Já aconteceu de chocarem a vinda de duas escolas, quando a gente pensa que não chega os busão aqui, aí eu digo ‘o que é que está acontecendo?’ aí eles me mostram o ofício e só então é que eu fico sabendo”, revelou o funcionário.
Outro funcionário, Joaquim Valério de Oliveira, também reclamou da falta de comunicação. “O Sinte tem que enviar o ofício pra cá pra gente poder ficar sabendo e preparar o clube, se não avisar não tem como a gente saber né?”, falou.
“Ia ser ‘paia’, ia ser uma perda, chegamos aqui, ficamos mais de duas horas esperando, e só agora estamos banhando”, disse a aluna Daniele Cristina Cavalcante Pires, de 11 anos. “Se não desse certo a gente ficar só brincando naqueles brinquedos tudo quebrado, ‘nam’, ia ser ruim”, completou. “Ah! Pois nós ia fica injuriado”, exclamou a aluna Marcela dos Santos, 13 anos, sobre a possibilidade de terem chegado no clube e dado meia volta, como já aconteceu com outras escolas. “Acham que só porque são alunos de escola pública aí é daquele jeito ‘se deu deu, se não deu pronto, voltem pra trás e fique por isso mesmo’, mas não é assim não, é um grande desrespeito isso”, exclamou a professora Josefina. Os alunos saíram do local às 12h52min, pois a escola já havia se comprometido com os pais dos alunos para que fossem buscar seus filhos às 13h30min, o que impossibilitou recuperar o tempo que perderam na espera.
Sindicato dos Professores
A presidente do Sinte-Pi, professora Odeni Silva, falou ao Portal GP1 e disse que se tal situação estiver ocorrendo será prontamente corrigida. “O clube tem uma secretaria social, temos um funcionário pra agendar e informar, pode ter ocorrido um contratempo”, disse a professora.
“Eu acho inaceitável isso estar acontecendo porque o Sinte tem uma estrutura, mas a escola poderia ter procurado a presidente do Sinte ou a diretora social para reclamar sobre o ocorrido”, disse Odeni. “Nosso clube é um clube bastante preocupado em atender bem, O que eu mais oriento pra o pessoal da central do clube é que avise aos funcionários para que seja feito um bom atendimento desse clube que é bastante requisitado”, completou Odeni, que orientou nossa equipe a contactar os responsáveis pelo agendamento.
O escriturário do Sinte-Pi, Marcos Aurélio, responsável pelo agendamento do clube, informou que o problema foi resolvido no momento em que a professora Josefina ligou para ele. “Ela me ligou e a gente já foi resolvendo logo essa questão, isso não costuma acontecer, foi um contratempo que houve e acabou acontecendo isso, pedi desculpas para ela”, disse Marcos Aurélio. “O Clube tem um calendário mensal, as piscinas são limpas diariamente, temos muito cuidado. Tem um calendário mensal que é bem seguido, peço desculpas se ocorreu isso, que é muito difícil de acontecer”, finalizou Marcos Aurélio.
Ver todos os comentários | 0 |