O SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) realizou ontem (2) o encerramento da primeira turma do curso de modelista . A turma foi considerada, pelas professoras, como um sucesso devido ao empenho e assiduidade das alunas.
Eddlly Abreu, supervisora pedagógica do curso, informou ao Portal GP1 que essa foi a primeira turma, mas que a próxima está prevista para ter início no dia 20 de agosto, com local a definir, pois o novo prédio está sendo adaptado para receber os cursos do SENAC. Os professores são formados em design de moda ou prestadores de serviços que também já atuam na área de modelagem.
As aulas da primeira turma de modelistas começaram no dia 16 de abril. É um curso de capacitação profissional de 210 horas cujo objetivo é capacitar o profissional para ser modelista sem, necessariamente, ter relação com a prática da costura. O curso custa 780 reais que pode ser dividido em até 10 vezes. As aulas acontecem de segunda a sexta.
As turmas são formadas por 15 alunos oriundos de universidades dos cursos de design de moda e pessoas que já trabalham com costura que procuram adquirir a técnica de modelagem.
A professora Francilúcia de Sousa Costa explica a metodologia usada durante as aulas: "Primeira a gente teve conhecimento dos tipos de tecido, porque a gente trabalha a modelagem no papel, mas para ser transportado para o tecido. Para isso, contamos com a ajuda dos livros didáticos do SENAC. Na modelagem se usa muito formas geométricas, como o retângulo, que servem para construir as bases das peças de modelagem.
Também, durante o curso, nós aprendemos a desenvolver peças femininas, masculinas e infantis”, diz Francilúncia.
A professora Francilúcia volta um pouco na história para explicar que, apesar da turma ser formada só por mulheres, na origem da modelagem, esse trabalho era feito por homens, chamados de alfaiates ou costureiros.
Com a Segunda Guerra Mundial, onde as mulheres que tiveram que assumir as atividades masculinas, pois os homens eram mandados para as batalhas, foi o período que as mulheres começaram a ser modelistas. Na época, eram chamadas de modistas.
A aluna Elaine Leonel, cantora profissional, jornalista e estudante de pós-graduação em moda diz que escolheu fazer o curso porque já está com dois anos que ela mesma faz seus figurinos nos shows.
“Fiz também o curso de corte e costura do SENAC, mas como eu queria dominar o processo todo decidi fazer também o curso de modelagem. Eu queria criar desde o desenho até a confecção. Na verdade, eu sempre fui apaixonada por moda. No meu primeiro contato com a modelagem, fiquei fascinada, pois é um universo fascinante. Tenho propósito de ir para uma confecção e trabalhar como modelista, quero adquirir experiência, quero viver uma grande confecção”, diz Elaine.
A professora Dayanny Magalhães finaliza dizendo que o curso foi planejado tanto para o aluno que não tem contato para modelagem como para aquele aluno que já entende e que já até pratica, mas não usam a modelagem como é ensinada no curso: passo a passo.
“Para fazer o curso de modelista do SENAC, o aluno não precisa saber desenhar, pois o professor fornece uma ficha técnica com as especificações do modelo a ser produzido. Ele vai aprende a ter noção de corte e entender. A peça vai ser feita para o corpo de uma pessoa. Alguns materiais já estão inclusos no valor da inscrição do curso, como por exemplo, as apostilas. Outros são fornecidos pelo SENAC, como o papel que os alunos usam durante o curso de modelagem. Mas existem outros materiais que o aluno tem que adquirir para seguir na carreira de modelista, como réguas, esquadros, carretilha, grafite e borrachas”, explicou Daiane.
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Imagem: Mariana Viana/ GP1
Dayanny Magalhães, Francilúcia Sousa e Eddlly Abreu
Dayanny Magalhães, Francilúcia Sousa e Eddlly AbreuEddlly Abreu, supervisora pedagógica do curso, informou ao Portal GP1 que essa foi a primeira turma, mas que a próxima está prevista para ter início no dia 20 de agosto, com local a definir, pois o novo prédio está sendo adaptado para receber os cursos do SENAC. Os professores são formados em design de moda ou prestadores de serviços que também já atuam na área de modelagem.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Alunas do curso
Alunas do curso As aulas da primeira turma de modelistas começaram no dia 16 de abril. É um curso de capacitação profissional de 210 horas cujo objetivo é capacitar o profissional para ser modelista sem, necessariamente, ter relação com a prática da costura. O curso custa 780 reais que pode ser dividido em até 10 vezes. As aulas acontecem de segunda a sexta.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Aluna
Aluna As turmas são formadas por 15 alunos oriundos de universidades dos cursos de design de moda e pessoas que já trabalham com costura que procuram adquirir a técnica de modelagem.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Alunas se preparam para mostrar peças produzidas durante o curso
Alunas se preparam para mostrar peças produzidas durante o cursoA professora Francilúcia de Sousa Costa explica a metodologia usada durante as aulas: "Primeira a gente teve conhecimento dos tipos de tecido, porque a gente trabalha a modelagem no papel, mas para ser transportado para o tecido. Para isso, contamos com a ajuda dos livros didáticos do SENAC. Na modelagem se usa muito formas geométricas, como o retângulo, que servem para construir as bases das peças de modelagem.
Também, durante o curso, nós aprendemos a desenvolver peças femininas, masculinas e infantis”, diz Francilúncia.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Peça de modelagem
Peça de modelagem A professora Francilúcia volta um pouco na história para explicar que, apesar da turma ser formada só por mulheres, na origem da modelagem, esse trabalho era feito por homens, chamados de alfaiates ou costureiros.
Com a Segunda Guerra Mundial, onde as mulheres que tiveram que assumir as atividades masculinas, pois os homens eram mandados para as batalhas, foi o período que as mulheres começaram a ser modelistas. Na época, eram chamadas de modistas.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Elaine Leonel
Elaine LeonelA aluna Elaine Leonel, cantora profissional, jornalista e estudante de pós-graduação em moda diz que escolheu fazer o curso porque já está com dois anos que ela mesma faz seus figurinos nos shows.
“Fiz também o curso de corte e costura do SENAC, mas como eu queria dominar o processo todo decidi fazer também o curso de modelagem. Eu queria criar desde o desenho até a confecção. Na verdade, eu sempre fui apaixonada por moda. No meu primeiro contato com a modelagem, fiquei fascinada, pois é um universo fascinante. Tenho propósito de ir para uma confecção e trabalhar como modelista, quero adquirir experiência, quero viver uma grande confecção”, diz Elaine.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Peça de modelagem feita pelas alunas
Peça de modelagem feita pelas alunas A professora Dayanny Magalhães finaliza dizendo que o curso foi planejado tanto para o aluno que não tem contato para modelagem como para aquele aluno que já entende e que já até pratica, mas não usam a modelagem como é ensinada no curso: passo a passo.
Imagem: Mariana Viana/ GP1
Turma teve assiduidade nota 10
Turma teve assiduidade nota 10“Para fazer o curso de modelista do SENAC, o aluno não precisa saber desenhar, pois o professor fornece uma ficha técnica com as especificações do modelo a ser produzido. Ele vai aprende a ter noção de corte e entender. A peça vai ser feita para o corpo de uma pessoa. Alguns materiais já estão inclusos no valor da inscrição do curso, como por exemplo, as apostilas. Outros são fornecidos pelo SENAC, como o papel que os alunos usam durante o curso de modelagem. Mas existem outros materiais que o aluno tem que adquirir para seguir na carreira de modelista, como réguas, esquadros, carretilha, grafite e borrachas”, explicou Daiane.
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