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Terceira melhor escola pública estadual do Piauí fica na cidade de Santa Filomena

A escola Educandário São José foi a terceira colocada no Índice de Educação Básica (IDEB 2011) do Piauí, com avaliação 5,6.

O Educandário São José da Ação Social Divino Coração de Jesus, estabelecido em Santa Filomena, cidade posicionada no sudoeste do Piauí e distante 925 quilômetros de Teresina, teve o terceiro melhor desempenho no Ideb entre as escolas públicas no Estado, considerando os anos finais do Ensino Fundamental.
Imagem: Reprodução Terceira melhor escola pública estadual do Piauí fica em Santa Filomena(Imagem:Reprodução )Terceira melhor escola pública estadual do Piauí fica em Santa Filomena

A escola Educandário São José foi a terceira colocada no Índice de Educação Básica (IDEB 2011) do Piauí, com avaliação 5,6. De acordo com o resultado da Prova Brasil, o tradicional “Colégio das Freiras” perdeu apenas para a Unidade Escolar Patronato Irmãos Dantas, de Piracuruca (6,2), e para a Unidade Escolar José Narciso da Rocha Filho, de Piripiri (6,1).

“Resultado de trabalho e compromisso com a educação no sul do Piauí! O Educandario São José, de Santa Filmena, é a 3ª escola estadual com melhor desempenho do IDEB 2011 ( anos finais ). Parabéns a toda a gestão”, postou no Facebook o professor Saulo Pinheiro Nogueira.

Entenda as metas de qualidade

O Ideb foi criado pelo Inep em 2007, em uma escala de zero a dez. Sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e a Prova Brasil.

A série histórica de resultados do Ideb se inicia em 2005, a partir de onde foram estabelecidas metas bienais de qualidade a serem atingidas não apenas pelo País, mas também por escolas, municípios e unidades da Federação. A lógica é a de que cada instância evolua de forma a contribuir, em conjunto, para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países da OCDE.

Em termos numéricos, isso significa progredir da média nacional 3,8, registrada em 2005 na primeira fase do ensino fundamental, para um Ideb igual a 6,0 em 2022, ano do bicentenário da Independência.

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