A defesa de Adílio recorreu da sentença e ele ganhou o direito de esperar o resultado do julgamento em liberdade. O recurso será analisado pelo Tribunal de Justiça. Os advogados do réu alegam que ele cometeu o crime em legítima defesa, tese que foi derrubada pelo Ministério Público. “Não foi legítima defesa, mas sim um homicídio sem qualificadora e por isso foi aplicada uma pena nem tão extensa”, explica o promotor Cláudio Bastos.
O promotor informou que o Tribunal Popular do Júri volta a se reunir nos dias 20 e 26 de setembro, quando haverão novos julgamentos de crime de homicídio. Com informações do Portal Campo Maior.
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