A Defensoria Pública do Estado do Piauí (DPE-PI), através da diretora do Núcleo Especializado de Defesa e Atenção ao Idoso e da Pessoa com Deficiência, dra. Sara Maria Araújo Melo, participa da 57ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI), que está acontecendo no Rio de Janeiro, de 7 a 10 de agosto, juntamente com o Encontro macro-regional de Conselhos Estaduais e Distrital de Direitos do Idoso.
O evento, realizado pelo CNDI, tem como objetivo promover a expectativa de proposições extremamente relevantes para a articulação entre o CNDI e os Conselhos, bem como a homologação do Fórum Nacional do Idoso e do sistema web que congregará os conselhos de idosos de todo o país.
A 57ª Reunião Ordinária tem por finalidade prosseguir com as rotinas das Comissões, dos Grupos de Trabalho e do Fundo Nacional do Idoso. Além disso, foi deliberada como ação prioritária, durante a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, a criação da Secretaria Nacional do Idoso, decisão acolhida pelo Governo Federal e que tem sido objeto de debates em vários sindicatos, confederações e movimentos sociais.
A criação da Secretaria interfere diretamente no destino da Política Nacional do Idoso e do próprio Conselho Nacional, que tem como atribuições legais, conforme Decreto 5.109/2004, Art. 2º: “ elaborar as diretrizes, instrumentos, normas e prioridades da Política Nacional do Idoso, bem como controlar e fiscalizar as ações de execução; acompanhar o reordenamento institucional propondo sempre que necessário as modificações nas estruturas públicas e privadas destinadas ao atendimento do idoso; e acompanhar a elaboração e a execução da proposta orçamentária da União, indicando modificações necessárias à consecução da política formulada para a promoção dos direitos do idoso.”
Para o CNDI esta é uma oportunidade ímpar de exercer seu papel de controle democrático e de o Poder Executivo enfrentar o problema estrutural na gestão federal da Política Nacional do Idoso, afirma a presidente do CNDI, dra. Karla Cristina Giacomin.
Segundo ela, a expectativa é de que a Secretaria Nacional do Idoso garanta a transversalidade da política e que a sua gestão se faça com atuação prioritária e focada no interesse da população idosa e do enfrentamento da cultura vigente no país que tolera a desvalorização, o desrespeito e a violência contra a pessoa idosa.
O evento, realizado pelo CNDI, tem como objetivo promover a expectativa de proposições extremamente relevantes para a articulação entre o CNDI e os Conselhos, bem como a homologação do Fórum Nacional do Idoso e do sistema web que congregará os conselhos de idosos de todo o país.
A 57ª Reunião Ordinária tem por finalidade prosseguir com as rotinas das Comissões, dos Grupos de Trabalho e do Fundo Nacional do Idoso. Além disso, foi deliberada como ação prioritária, durante a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, a criação da Secretaria Nacional do Idoso, decisão acolhida pelo Governo Federal e que tem sido objeto de debates em vários sindicatos, confederações e movimentos sociais.
A criação da Secretaria interfere diretamente no destino da Política Nacional do Idoso e do próprio Conselho Nacional, que tem como atribuições legais, conforme Decreto 5.109/2004, Art. 2º: “ elaborar as diretrizes, instrumentos, normas e prioridades da Política Nacional do Idoso, bem como controlar e fiscalizar as ações de execução; acompanhar o reordenamento institucional propondo sempre que necessário as modificações nas estruturas públicas e privadas destinadas ao atendimento do idoso; e acompanhar a elaboração e a execução da proposta orçamentária da União, indicando modificações necessárias à consecução da política formulada para a promoção dos direitos do idoso.”
Para o CNDI esta é uma oportunidade ímpar de exercer seu papel de controle democrático e de o Poder Executivo enfrentar o problema estrutural na gestão federal da Política Nacional do Idoso, afirma a presidente do CNDI, dra. Karla Cristina Giacomin.
Segundo ela, a expectativa é de que a Secretaria Nacional do Idoso garanta a transversalidade da política e que a sua gestão se faça com atuação prioritária e focada no interesse da população idosa e do enfrentamento da cultura vigente no país que tolera a desvalorização, o desrespeito e a violência contra a pessoa idosa.
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