Em entrevista coletiva para a imprensa em que foi apresentado o relatório final de investigação da Polícia Federal sobre o caso Fernanda Lages, que concluiu por suicídio com possibilidade de acidente, o superintendente da PF, Nivaldo Farias, disse que não sofre influência política.
"Isso é conversa fiada, não sofro influência política, nem religiosa", disse Nilvaldo Farias. Segundo o delegado, as declarações dos promotores de Justiça povoaram o imaginário público de informações que fizeram a população acreditar em homicídio. Mas, a tese não se confirma por provas colhidas.
Você cria uma imagem de uma verdade, você não tem até então a verdade provada, que é o que interessa à polícia e à Justiça. O trabalho da PF é isento, feito por profissionais daqui e de fora", ressaltou o superintendente.
Foram feitas 184 horas de gravações que projetaram 11.825 arquivos de áudio, investigadas mais de 150 pessoas.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Nivaldo Farias e Alberto Ferreira
Nivaldo Farias e Alberto Ferreira"Isso é conversa fiada, não sofro influência política, nem religiosa", disse Nilvaldo Farias. Segundo o delegado, as declarações dos promotores de Justiça povoaram o imaginário público de informações que fizeram a população acreditar em homicídio. Mas, a tese não se confirma por provas colhidas.
Você cria uma imagem de uma verdade, você não tem até então a verdade provada, que é o que interessa à polícia e à Justiça. O trabalho da PF é isento, feito por profissionais daqui e de fora", ressaltou o superintendente.
Foram feitas 184 horas de gravações que projetaram 11.825 arquivos de áudio, investigadas mais de 150 pessoas.
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