Com o intuito de apresentar relatórios sobre a situação do Judiciário piauiense e solicitar o engajamento do órgão, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí, estiveram reunidos, na manhã de ontem, com o secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Flávio Caetano, em Brasília-DF.
Participaram da visita, o presidente da OAB-PI, Sigifroi Moreno, o secretário-geral da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coelho, e os conselheiros federais Willian Guimarães e Norberto Campelo, bem como o coordenador-geral de Modernização da Administração da Justiça da Secretaria de Reforma do Judiciário (SRJ/MJ), Washington Leonardo Bonini.
Segundo Guimarães, presidente da Comissão de Relacionamento com o Judiciário da OAB-PI, o encontro teve como objetivo tentar articular, junto ao Ministério da Justiça, soluções para os problemas estruturais constatados em diversos levantamentos sobre a Justiça do Piauí. “Esse foi um passo importante para darmos início aos trabalhos que modernizarão o judiciário piauiense. Fomos muito bem recebidos pelo secretário, que, inclusive, mostrou ciência de alguns dos aspectos apresentados”, afirma o advogado.
Durante a visita, Flávio Caetano apresentou algumas propostas preliminares, tais como a realização de um estudo a fim de que seja criada uma linha de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o Tribunal de Justiça do Estado, além do empreendimento de esforços para a modernização e informatização da Justiça do Piauí.
Norberto Campelo explica que “a ideia é fazer do Judiciário piauiense um exemplo a ser levado aos demais estados da federação, para que tenhamos um único modelo de Justiça em todo o país”.
Na ocasião, o secretário comprometeu-se em realizar uma visita ao Piauí no mês de outubro para que, com o grupo de trabalho liderado pela OAB-PI e composto pelo TJ-PI, Corregedoria Geral de Justiça do Estado, Ministério Público, Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Piauí e Procuradoria Geral do Estado, possa discutir ações práticas a serem implementadas a curto, médio e longo prazo.
“É necessário que as Instituições unam forças para superar as dificuldades relativas ao Judiciário do nosso Estado, marcado por deficiências estruturais e pelo déficit de servidores e magistrados. Nosso objetivo é buscar parcerias que viabilizem tais ações, com a celeridade necessária”, finaliza Moreno.
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Imagem: Divulgação
Reunião em Brasília-DF
Reunião em Brasília-DFParticiparam da visita, o presidente da OAB-PI, Sigifroi Moreno, o secretário-geral da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coelho, e os conselheiros federais Willian Guimarães e Norberto Campelo, bem como o coordenador-geral de Modernização da Administração da Justiça da Secretaria de Reforma do Judiciário (SRJ/MJ), Washington Leonardo Bonini.
Imagem: Divulgação
Reunião em Brasília
Reunião em BrasíliaSegundo Guimarães, presidente da Comissão de Relacionamento com o Judiciário da OAB-PI, o encontro teve como objetivo tentar articular, junto ao Ministério da Justiça, soluções para os problemas estruturais constatados em diversos levantamentos sobre a Justiça do Piauí. “Esse foi um passo importante para darmos início aos trabalhos que modernizarão o judiciário piauiense. Fomos muito bem recebidos pelo secretário, que, inclusive, mostrou ciência de alguns dos aspectos apresentados”, afirma o advogado.
Durante a visita, Flávio Caetano apresentou algumas propostas preliminares, tais como a realização de um estudo a fim de que seja criada uma linha de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o Tribunal de Justiça do Estado, além do empreendimento de esforços para a modernização e informatização da Justiça do Piauí.
Norberto Campelo explica que “a ideia é fazer do Judiciário piauiense um exemplo a ser levado aos demais estados da federação, para que tenhamos um único modelo de Justiça em todo o país”.
Na ocasião, o secretário comprometeu-se em realizar uma visita ao Piauí no mês de outubro para que, com o grupo de trabalho liderado pela OAB-PI e composto pelo TJ-PI, Corregedoria Geral de Justiça do Estado, Ministério Público, Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Piauí e Procuradoria Geral do Estado, possa discutir ações práticas a serem implementadas a curto, médio e longo prazo.
“É necessário que as Instituições unam forças para superar as dificuldades relativas ao Judiciário do nosso Estado, marcado por deficiências estruturais e pelo déficit de servidores e magistrados. Nosso objetivo é buscar parcerias que viabilizem tais ações, com a celeridade necessária”, finaliza Moreno.
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