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"Uma polícia que não se vende", diz Robert Rios sobre o trabalho da PF no caso Fernanda Lages

O secretário de Segurança Pública afirmou ainda que não concorda com o pedido de afastamento dos promotores de Justiça que acompanham o caso.

O caso da estudante Fernanda Lages, 19 anos, volta à tona, mas ainda sem uma reposta concreta. Desta vez, o secretário de Segurança Pública do Estado, Robert Rios, garantiu que não comunga com o pedido de afastamento dos promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha do caso. O secretário disse que não é atribuição de sindicado e nem da secretaria tomar esse tipo de posicionamento.

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1Robert Rios(Imagem:Bárbara Rodrigues/GP1)Robert Rios

“A posição da secretaria diverge com a do sindicato. Mesmo porque o Ministério Público é um órgão independente. Não se pode pedir afastamento dos promotores. Queremos que eles continuem no caso até para provar suas teses já amplamente divulgadas”, disse.

De acordo com Robert Rios, ele só vai voltar a se pronunciar sobre o caso depois que sair o resultado da investigação da Polícia Federal. “Não quero opinar sobre nada por enquanto. Vou aguardar o resultado da PF para falar novamente sobre o caso”, informou.

Questionado pelo GP1 sobre o que motivaria tanto desarranjo em torno da morte de Fernanda Lages, Rios disse que se trata do excesso de “vedetismo”. “Hoje há uma superexposição na mídia, existe muito vedetismo. As pessoas tem que aprender a ter descrição. A [Polícia] Federal trabalha calada e desempenha muito bem suas atribuições”, destacou.

Para realçar a idoneidade da instituição, o gestor lembrou ainda do histórico da PF, que já investigou inúmeros casos de repercussão nacional. “A PF trabalha no caso Fernanda Lages de forma discreta, mas essa é a dinâmica da Instituição. Essa é a polícia que investigou o ex-presidente da República, o ex-ministro José Dirceu, enfim uma polícia que não se vende”, lembrou.

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