O caqui é uma fruta muito saborosa e que faz sucesso durante esse período do ano, sendo consumido principalmente in natura ou em receitas de cremes, compotas, doces, saladas de frutas e recheios de bolo. Apetitoso, uma de suas características é o grande teor de água e, por isso, ajuda a manter o corpo hidratado. Na Central de Abastecimento do Piauí (Ceapi), as prateleiras de diversas bancas e boxes estão recheadas dessa fruta que está na safra e com preço mais acessível.
Segundo o Setor de Estatística da Ceapi, em dezembro de 2012 foram comercializados no entreposto mais de 4.000 quilos da fruta. Na primeira quinzena de janeiro deste ano, as vendas de caqui já totalizaram 2.436 quilos e o preço médio tem sido cotado, no atacado, a R$ 55 a caixa com cinco quilos. Em relação à procedência, a maior parte vem do estado de São Paulo, que contribuiu com mais da metade do que é comercializado na Ceapi, seguido de Santa Catarina e Espírito Santo.
“O caqui é uma fruta rica em vitamina A, ajuda o sistema imunológico, no crescimento e desenvolvimento dos ossos. Possui potássio, que aumenta a elasticidade dos vasos sanguíneos, contribuindo para o controle da pressão arterial e auxilia a combater o estresse. Garante o bom desempenho mental, como também, colabora para o funcionamento do intestino, por conter fibras", explica o médico José Cícero Ribeiro, que atende os feirantes do órgão, gratuitamente, no ambulatório da Ceapi.
O médico afirma ainda que o caqui é considerado um antioxidante por retardar o envelhecimento, e ainda, atua na defesa do organismo. "Apesar dessas propriedades benéficas, a fruta possui quantidade considerável de açúcar e frutose, o que não é indicado para os diabéticos, por isso, o consumo deve ser moderado”, alerta José Cícero.
Thyago Lima, engenheiro agrônomo, afirma que, por ser delicado, o caqui exige cuidados especiais desde a colheita até a embalagem. Entretanto, é necessário que essas precauções sejam tomadas também na hora da compra e na conservação do alimento, garantindo a sua qualidade. “Antes de comprá-lo deve-se observar se tem rachaduras ou se a coloração está uniforme. O caqui deve ser mantido em local fresco, desde que o consumo seja rápido, caso esteja maduro, a recomendação é guardar na geladeira por cerca de três a cinco dias, no máximo. Lembrando que, sempre antes de ingerir a fruta, é importante lavá-la com delicadeza, esfregando-a com as mãos”, explica o agrônomo.
De acordo com a permissionária Flávia Moura, que comercializa frutas e verduras na Ceapi, o caqui é uma fruta que não possui uma comercialização expressiva, mas tem seus clientes certos, sempre que disponível no mercado. “Essa fruta costuma ser muito procurada por seu paladar saboroso e diferente, bem como, por ter proteínas e bastante líquido”, assegura ela.
A Central de Abastecimento do Piauí (Ceapi) é localizada na Av. henry Wall de Carvalho, número 5000, no bairro Tabuleta. O mercado funciona de segunda à sábado, das 3h às 13h.
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Segundo o Setor de Estatística da Ceapi, em dezembro de 2012 foram comercializados no entreposto mais de 4.000 quilos da fruta. Na primeira quinzena de janeiro deste ano, as vendas de caqui já totalizaram 2.436 quilos e o preço médio tem sido cotado, no atacado, a R$ 55 a caixa com cinco quilos. Em relação à procedência, a maior parte vem do estado de São Paulo, que contribuiu com mais da metade do que é comercializado na Ceapi, seguido de Santa Catarina e Espírito Santo.
“O caqui é uma fruta rica em vitamina A, ajuda o sistema imunológico, no crescimento e desenvolvimento dos ossos. Possui potássio, que aumenta a elasticidade dos vasos sanguíneos, contribuindo para o controle da pressão arterial e auxilia a combater o estresse. Garante o bom desempenho mental, como também, colabora para o funcionamento do intestino, por conter fibras", explica o médico José Cícero Ribeiro, que atende os feirantes do órgão, gratuitamente, no ambulatório da Ceapi.
O médico afirma ainda que o caqui é considerado um antioxidante por retardar o envelhecimento, e ainda, atua na defesa do organismo. "Apesar dessas propriedades benéficas, a fruta possui quantidade considerável de açúcar e frutose, o que não é indicado para os diabéticos, por isso, o consumo deve ser moderado”, alerta José Cícero.
Thyago Lima, engenheiro agrônomo, afirma que, por ser delicado, o caqui exige cuidados especiais desde a colheita até a embalagem. Entretanto, é necessário que essas precauções sejam tomadas também na hora da compra e na conservação do alimento, garantindo a sua qualidade. “Antes de comprá-lo deve-se observar se tem rachaduras ou se a coloração está uniforme. O caqui deve ser mantido em local fresco, desde que o consumo seja rápido, caso esteja maduro, a recomendação é guardar na geladeira por cerca de três a cinco dias, no máximo. Lembrando que, sempre antes de ingerir a fruta, é importante lavá-la com delicadeza, esfregando-a com as mãos”, explica o agrônomo.
De acordo com a permissionária Flávia Moura, que comercializa frutas e verduras na Ceapi, o caqui é uma fruta que não possui uma comercialização expressiva, mas tem seus clientes certos, sempre que disponível no mercado. “Essa fruta costuma ser muito procurada por seu paladar saboroso e diferente, bem como, por ter proteínas e bastante líquido”, assegura ela.
A Central de Abastecimento do Piauí (Ceapi) é localizada na Av. henry Wall de Carvalho, número 5000, no bairro Tabuleta. O mercado funciona de segunda à sábado, das 3h às 13h.
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