A falta de uma política de gestão hídrica e ambiental no Piauí tem reduzido a qualidade de vida e proporcionado grandes perdas ambientais, a exemplo da situação em que se encontram hoje os rios Poty e Parnaíba, verdadeiros esgotos a céu aberto.
Acreditando no poder de mobilização da sociedade para reverter o problema, o CREA, a Rede Ambiental do Piauí-REAPI e o Sindicato dos Jornalistas, promovem na próxima quinta, dia 31, na sede do Crea, às 8h30, um encontro com a imprensa e interessados, para discutir a necessidade de implementação da Politica de Gestão Ambiental e Hídrica nas Bacias Hidrográficas dos rios piauiense, com ênfase no gerenciamento das águas dos rios Poti, Longá e Pirangi.
Explica Avelar Amorim/Reapi, que já faz algum tempo que a Política Nacional de Recursos Hídricos foi implementada na maioria dos estados brasileiros, consagrando assim, um modelo de gestão dos recursos hídricos baseado em diretrizes mundiais. Onde, segundo ele, “incentiva a participação, a descentralização e a integração como vetores estruturantes do gerenciamento dos recursos hídricos. É isso que queremos para o Piauí”.
O Ministério Público Estadual, através da promotora Carmen Almeida, participa do encontro para somar esforço visando a implementação das políticas públicas que levam ao desenvolvimento sustentável.
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Acreditando no poder de mobilização da sociedade para reverter o problema, o CREA, a Rede Ambiental do Piauí-REAPI e o Sindicato dos Jornalistas, promovem na próxima quinta, dia 31, na sede do Crea, às 8h30, um encontro com a imprensa e interessados, para discutir a necessidade de implementação da Politica de Gestão Ambiental e Hídrica nas Bacias Hidrográficas dos rios piauiense, com ênfase no gerenciamento das águas dos rios Poti, Longá e Pirangi.
Explica Avelar Amorim/Reapi, que já faz algum tempo que a Política Nacional de Recursos Hídricos foi implementada na maioria dos estados brasileiros, consagrando assim, um modelo de gestão dos recursos hídricos baseado em diretrizes mundiais. Onde, segundo ele, “incentiva a participação, a descentralização e a integração como vetores estruturantes do gerenciamento dos recursos hídricos. É isso que queremos para o Piauí”.
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