Merceeiros e comerciantes de Teresina realizaram na manhã desta quinta-feira (10) uma manifestação para cobrar mais segurança para as autoridades públicas. Os proprietários de mercadinho reclamam dos inúmeros e constantes assaltos que vêm sofrendo nos últimos anos, com a crescente onda de violência na capital.
Os comerciantes se concentraram no cruzamento da Avenida Miguel Rosa com a Avenida Frei Serafim, onde seguiram em caminhada pelo canteiro central até o Palácio de Karnak.
“Os comerciantes estão reunidos nesse movimento buscando a implementação de um plano de ação de segurança pública. Nós estamos aqui chamando a atenção das autoridades. Queremos que o poder executivo, o senhor governador do Estado, chame o judiciário, o legislativo e discutam um plano de ação para que seja estancada essa grande onda de violência. É um número enorme de comerciantes assaltados diariamente e que às vezes são até mesmo mortos. E a situação hoje é que estamos trabalhando num estresse total”, declarou.
Joaquim Alves é comerciante e atua nos segmentos de postos de gasolina e venda de gás, ele reclama da atual falta de segurança e dos vários prejuízos provenientes dos constantes assaltos. “No final do ano para cá já fui assaltado umas cinquenta vezes. Esse nosso ato hoje é um pedido de socorro”, declarou.
O presidente Nilton Carvalho informou ainda que no próximo dia 16 de outubro será realizada uma audiência pública a partir das 15h no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Piauí. Devem comparecer representantes do Ministério Público, da OAB, da Secretaria de Segurança e do Poder Judiciário para discutir soluções para amenizar o problema da insegurança.
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Imagem: Isabela Rêgo/ GP1
Comerciantes fizeram uma caminhada pela Avenida Frei Serafim.
Comerciantes fizeram uma caminhada pela Avenida Frei Serafim.Os comerciantes se concentraram no cruzamento da Avenida Miguel Rosa com a Avenida Frei Serafim, onde seguiram em caminhada pelo canteiro central até o Palácio de Karnak.
Imagem: Isabela Rêgo/GP1
Manifestantes fizeram apitaço para protestar contra os constantes assaltos.
De acordo Nilton Carvalho, presidente da Associação dos Merceeiros e Proprietários de Mercadinhos de Teresina, nos últimos três anos o número de registro de boletins de ocorrências diminuiu para cerca de 20% devido os distritos policiais terem deixado de abrir inquérito nas pequenas ocorrências, provocando assim uma frustração nos comerciantes, que desistem de registrar a denúncia.
Manifestantes fizeram apitaço para protestar contra os constantes assaltos.Imagem: Isabela Rêgo/GP1
Manifestantes seguiram em caminhada até o Palácio de Karnak.
Manifestantes seguiram em caminhada até o Palácio de Karnak.“Os comerciantes estão reunidos nesse movimento buscando a implementação de um plano de ação de segurança pública. Nós estamos aqui chamando a atenção das autoridades. Queremos que o poder executivo, o senhor governador do Estado, chame o judiciário, o legislativo e discutam um plano de ação para que seja estancada essa grande onda de violência. É um número enorme de comerciantes assaltados diariamente e que às vezes são até mesmo mortos. E a situação hoje é que estamos trabalhando num estresse total”, declarou.
Imagem: Isabela Rêgo/GP1
Nilton Carvalho, presidente da Associação dos Merceeiros e Proprietários de Mercadinhos de Teresina.
Nilton Carvalho, presidente da Associação dos Merceeiros e Proprietários de Mercadinhos de Teresina.Joaquim Alves é comerciante e atua nos segmentos de postos de gasolina e venda de gás, ele reclama da atual falta de segurança e dos vários prejuízos provenientes dos constantes assaltos. “No final do ano para cá já fui assaltado umas cinquenta vezes. Esse nosso ato hoje é um pedido de socorro”, declarou.
Imagem: Isabela Rêgo/GP1
Joaquim Alves disse que do final do ano até agora já foi assaltado cerca de 50 vezes.
Joaquim Alves disse que do final do ano até agora já foi assaltado cerca de 50 vezes.O presidente Nilton Carvalho informou ainda que no próximo dia 16 de outubro será realizada uma audiência pública a partir das 15h no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Piauí. Devem comparecer representantes do Ministério Público, da OAB, da Secretaria de Segurança e do Poder Judiciário para discutir soluções para amenizar o problema da insegurança.
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