Com mais de 195,5 mil propostas, a campanha Se Essa Rua Fosse Minha entra numa nova etapa. Na última quinta feira, 17, foi apresentada a comissão formada por representantes de várias entidades e que trabalhará na validação dos novos nomes.
A comissão é constituída por convidados e selecionados junto às seguintes instituições, pelo reconhecido conhecimento pertinente à matéria: um representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação; dois representantes da Universidade Federal do Piauí oriundos do Departamento de História; dois representantes da Universidade Estadual do Piauí oriundos do Departamento de História; dois representantes da Academia Piauiense de Letras; um representante do IPHAN no Piauí; um representante do IBGE no Piauí e três representantes da Câmara Municipal de Teresina.
De acordo com o técnico da Semplan e coordenador do projeto, Carlos Affonso, na reunião foi apresentada a metodologia de trabalho, que iniciará com a validação dos nomes apresentados seguindo a legislação. “Para começar, já iremos eliminar as indicações de nomes de pessoas vivas, o que fere a Lei, e em seguida, os nomes repetidos. Depois, vamos definir as regiões administrativas em que vamos começar e fazer um levantamento dos nomes que temos, bem como a quantidade de ruas que precisam de um nome”, destaca, lembrando que, das 195,5 mil propostas, muitas são repetidas e serão invalidadas.
A escolha dos nomes para as ruas será feita através de sorteio, evitando que alguma indicação seja privilegiada. “É um processo simples. Vamos cruzar as sugestões de nomes que temos com as ruas que necessitam de nomeação em determinada região. Pode ocorrer, por exemplo, de um nome de um desembargador acabar em uma rua e o de um morador simples se tornar nome de avenida”, destaca Carlos Affonso.
Um dos membros da comissão, o supervisor de informações do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no Piauí, Pedro Soares, explica que muito mais do que homenagear uma pessoa que já se foi, a campanha possibilita ainda o reforço da identidade local, além de resolver um grande problema da cidade. “Em Teresina nós temos endereços diferentes para o mesmo local em muitas residências. O que queremos é acabar com essa confusão, fazendo com que as concessionárias obedeçam apenas a uma nomenclatura das ruas”, frisa.
Apesar da nova fase, a campanha continua através do site www.seessaruafosseminha.net recebendo sugestões de nomes, que serão arquivados para suprir a necessidade de denominação de novos conjuntos habitacionais. “Assim, quando criarem um residencial ou algo do tipo, automaticamente ele já recebe um nome dos que teremos das sugestões e ninguém vai usar nomenclaturas com números”, finaliza Carlos Affonso.
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A comissão é constituída por convidados e selecionados junto às seguintes instituições, pelo reconhecido conhecimento pertinente à matéria: um representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação; dois representantes da Universidade Federal do Piauí oriundos do Departamento de História; dois representantes da Universidade Estadual do Piauí oriundos do Departamento de História; dois representantes da Academia Piauiense de Letras; um representante do IPHAN no Piauí; um representante do IBGE no Piauí e três representantes da Câmara Municipal de Teresina.
De acordo com o técnico da Semplan e coordenador do projeto, Carlos Affonso, na reunião foi apresentada a metodologia de trabalho, que iniciará com a validação dos nomes apresentados seguindo a legislação. “Para começar, já iremos eliminar as indicações de nomes de pessoas vivas, o que fere a Lei, e em seguida, os nomes repetidos. Depois, vamos definir as regiões administrativas em que vamos começar e fazer um levantamento dos nomes que temos, bem como a quantidade de ruas que precisam de um nome”, destaca, lembrando que, das 195,5 mil propostas, muitas são repetidas e serão invalidadas.
A escolha dos nomes para as ruas será feita através de sorteio, evitando que alguma indicação seja privilegiada. “É um processo simples. Vamos cruzar as sugestões de nomes que temos com as ruas que necessitam de nomeação em determinada região. Pode ocorrer, por exemplo, de um nome de um desembargador acabar em uma rua e o de um morador simples se tornar nome de avenida”, destaca Carlos Affonso.
Um dos membros da comissão, o supervisor de informações do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no Piauí, Pedro Soares, explica que muito mais do que homenagear uma pessoa que já se foi, a campanha possibilita ainda o reforço da identidade local, além de resolver um grande problema da cidade. “Em Teresina nós temos endereços diferentes para o mesmo local em muitas residências. O que queremos é acabar com essa confusão, fazendo com que as concessionárias obedeçam apenas a uma nomenclatura das ruas”, frisa.
Apesar da nova fase, a campanha continua através do site www.seessaruafosseminha.net recebendo sugestões de nomes, que serão arquivados para suprir a necessidade de denominação de novos conjuntos habitacionais. “Assim, quando criarem um residencial ou algo do tipo, automaticamente ele já recebe um nome dos que teremos das sugestões e ninguém vai usar nomenclaturas com números”, finaliza Carlos Affonso.
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