Promover ações de cidadania e contribuir com a formação de pessoas são objetivos do projeto Samuzinho implantado em Teresina na terça-feira (01), em solenidade com a presença de 50 crianças integrantes do projeto, autoridades municipais, pais das crianças e funcionários do SAMU.
Durante a solenidade foram encenadas ações que serão realizadas pelas crianças de 7 a 12 anos que integram o projeto. A coordenadora do SAMU, Helsimone Alves Rodrigues, informa que ainda este mês iniciam as ações do projeto com orientações para estudantes em escolas municipais.
Sobre o projeto, o pequeno João Victor Freitas, aprendeu a principal lição. “O SAMU salva vidas por isso as pessoas não podem telefonar para passar trote”, ensina, dizendo que é crime e pode até ter multa. A avó de João Victor trabalha no SAMU e juntamente com a mãe do garoto estiveram na solenidade. “Meu filho sabe que sou diabética, sabe sobre meus remédios e alimentos, aprendeu muito com o curso que fez para participar do Samuzinho e disse que vai ser médico”, revela Wilderlene Freitas Andrade.
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Durante a solenidade foram encenadas ações que serão realizadas pelas crianças de 7 a 12 anos que integram o projeto. A coordenadora do SAMU, Helsimone Alves Rodrigues, informa que ainda este mês iniciam as ações do projeto com orientações para estudantes em escolas municipais.
Imagem: Brito Jr
Solenidade
“As crianças serão multiplicadoras de ações que visam evitar o trote, a prevenção de acidentes e sobre primeiros socorros”, destaca, acrescentando que é com o exemplo das crianças que os adultos podem aprender. Diariamente o SAMU recebe, em média, 400 chamadas, sendo que cerca de 150 geram atendimento com o deslocamento de ambulâncias. Helsimone fala que o SAMU completou 9 anos de existência e que havia a necessidade de um projeto educativo para contribuir com a formação de pessoas. “O Samuzinho é esse projeto, já existe em outros estados e aqui vai somar com o nosso trabalho”, acredita.
SolenidadeSobre o projeto, o pequeno João Victor Freitas, aprendeu a principal lição. “O SAMU salva vidas por isso as pessoas não podem telefonar para passar trote”, ensina, dizendo que é crime e pode até ter multa. A avó de João Victor trabalha no SAMU e juntamente com a mãe do garoto estiveram na solenidade. “Meu filho sabe que sou diabética, sabe sobre meus remédios e alimentos, aprendeu muito com o curso que fez para participar do Samuzinho e disse que vai ser médico”, revela Wilderlene Freitas Andrade.
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