O delegado do 17º Distrito Policial em José de Freitas instaurou inquérito policial para apurar um possível caso de aborto ocorrido no Hospital Nossa Senhora do Livramento na última quinta-feira (14).
Maria do Livramento de 21 anos de idade é a acusada de ter cometido o ato. A jovem deu entrada no hospital sentindo fortes dores abdominais e após ser apenas medicada, foi liberada. Algumas horas depois a jovem retorna ao hospital com os mesmos sintomas, e é colocada em observação. Pouco tempo depois, os funcionários do hospital encontram um feto dentro do vaso sanitário e a jovem sofrendo desmaios.
O delegado confirmou que se trata de um aborto e declarou que a polícia está investigando se foi natural ou forçado. De acordo com o delegado, o feto já tinha cerca de oito meses e a família enterrou sem ao menos esperar que a polícia entrasse no caso.
O diretor administrativo do hospital Elivelton Santana afirmou que a paciente não chegou ao hospital com sintomas de parto e negando que estivesse grávida. O diretor garante que o hospital tomou os procedimentos corretos e comunicou a polícia.
A polícia não descarta a ideia de infanticídio, e se confirmado, a acusada pode pegar de dois a seis anos de prisão.
*Com informações do JFAgora
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Maria do Livramento de 21 anos de idade é a acusada de ter cometido o ato. A jovem deu entrada no hospital sentindo fortes dores abdominais e após ser apenas medicada, foi liberada. Algumas horas depois a jovem retorna ao hospital com os mesmos sintomas, e é colocada em observação. Pouco tempo depois, os funcionários do hospital encontram um feto dentro do vaso sanitário e a jovem sofrendo desmaios.
O delegado confirmou que se trata de um aborto e declarou que a polícia está investigando se foi natural ou forçado. De acordo com o delegado, o feto já tinha cerca de oito meses e a família enterrou sem ao menos esperar que a polícia entrasse no caso.
O diretor administrativo do hospital Elivelton Santana afirmou que a paciente não chegou ao hospital com sintomas de parto e negando que estivesse grávida. O diretor garante que o hospital tomou os procedimentos corretos e comunicou a polícia.
A polícia não descarta a ideia de infanticídio, e se confirmado, a acusada pode pegar de dois a seis anos de prisão.
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