A Codevasf suspendeu temporariamente o edital do estudo da viabilidade técnica da proposta de Integração de Bacias, que vai beneficiar cerca de 600 mil pessoas, levando água ao semiárido piauiense e acabando com a dependência dos sertanejos, que têm de recorrer a programas governamentais de emergência durante as secas. O edital, com alterações, será relançado ainda este ano. A informação é do deputado federal Assis Carvalho (PT/PI).
“Fomos comunicados oficialmente pelo presidente da Codevasf, Elmo Vaz, que o edital para estudo de viabilidade da Integração de Bacias foi temporariamente suspenso, mas que será relançado ainda este ano. Na próxima quarta-feira (27), vamos ter reunião da bancada sobre o assunto. Mas a suspensão é provisória. O Piauí está incluído na Integração de Bacias por determinação da presidenta Dilma”, afirmou o deputado Assis.
É que houve recurso de uma empresa que se sentiu prejudicada e questionou o edital para contratação do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) do Eixo Oeste do Projeto de Integração da Bacia do Rio São Francisco. A Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos Rios São Francisco e Parnaíba) decidiu reavaliar, fazer alterações e relançar ainda este ano.
Com isso, há possibilidade de incluir um terceiro canal abrangendo municípios que ficaram de fora anteriormente, como Jurema, Caracol e Anísio de Abreu, localizados numa região que sofre muito com a estiagem. A reivindicação de levar o canal até a região foi feita pelo prefeito Chico Neto (de Jurema) e o vereador Napoleão Júnior (de Caracol), durante visita do deputado Assis Carvalho, em setembro, ao município de Jurema.
A proposta Integração de Bacias, cujo estudo de viabilidade foi autorizado pela presidenta Dilma Rousseff a pedido do deputado Assis Carvalho, “é uma vitória compartilhada pela nossa bancada do Piauí; o secretário de Estado do Meio Ambiente, Dalton Macambira; entidades não governamentais, DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra as Secas), Banco do Nordeste, IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura) e demais parceiros pela luta conjunta, pelos debates e trabalho técnico que foram fundamentais na viabilização da proposta de Integração de Bacias”, disse Assis.
A luta pela Integração de Bacias
Defensor da proposta no Parlamento, na bancada federal piauiense, no Banco do Nordeste, no Governo do Estado, nos ministérios e junto à presidenta Dilma Rousseff, o deputado Assis conseguiu articular na bancada do Piauí, em dezembro de 2011, uma emenda ao Plano Plurianual – PPA, no valor de R$ 1 bilhão para a proposta. A emenda foi vetada pela presidenta Dilma Rousseff, que alegou ausência de estudo prévio de viabilidade.
O parlamentar, então, articulou que o projeto fosse elaborado via IICA com recursos do Banco do Nordeste (BNB), a partir do Termo de Referência, elaborado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e revisado pelo BNB, IICA e DNOCS.
Durante a visita da presidenta Dilma ao Piauí, em janeiro deste ano, o deputado Assis entregou a ela um documento com todos os detalhes da proposta e os encaminhamentos dados até então. Ele solicitou que a presidenta tomasse providências para que o projeto fosse viabilizado.
Em abril, o ministro Fernando Bezerra anunciou que o Estudo de Viabilidade havia sido autorizado pela presidenta Dilma. O Estudo de Viabilidade é necessário para que a obra seja incluída no PAC. A solicitação de inclusão no PAC também foi feita pelo deputado Assis à presidenta Dilma Rousseff, em janeiro passado.
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Imagem: Reprodução
Deputado Assis Carvalho.
Deputado Assis Carvalho.“Fomos comunicados oficialmente pelo presidente da Codevasf, Elmo Vaz, que o edital para estudo de viabilidade da Integração de Bacias foi temporariamente suspenso, mas que será relançado ainda este ano. Na próxima quarta-feira (27), vamos ter reunião da bancada sobre o assunto. Mas a suspensão é provisória. O Piauí está incluído na Integração de Bacias por determinação da presidenta Dilma”, afirmou o deputado Assis.
É que houve recurso de uma empresa que se sentiu prejudicada e questionou o edital para contratação do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) do Eixo Oeste do Projeto de Integração da Bacia do Rio São Francisco. A Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos Rios São Francisco e Parnaíba) decidiu reavaliar, fazer alterações e relançar ainda este ano.
Com isso, há possibilidade de incluir um terceiro canal abrangendo municípios que ficaram de fora anteriormente, como Jurema, Caracol e Anísio de Abreu, localizados numa região que sofre muito com a estiagem. A reivindicação de levar o canal até a região foi feita pelo prefeito Chico Neto (de Jurema) e o vereador Napoleão Júnior (de Caracol), durante visita do deputado Assis Carvalho, em setembro, ao município de Jurema.
A proposta Integração de Bacias, cujo estudo de viabilidade foi autorizado pela presidenta Dilma Rousseff a pedido do deputado Assis Carvalho, “é uma vitória compartilhada pela nossa bancada do Piauí; o secretário de Estado do Meio Ambiente, Dalton Macambira; entidades não governamentais, DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra as Secas), Banco do Nordeste, IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura) e demais parceiros pela luta conjunta, pelos debates e trabalho técnico que foram fundamentais na viabilização da proposta de Integração de Bacias”, disse Assis.
A luta pela Integração de Bacias
Defensor da proposta no Parlamento, na bancada federal piauiense, no Banco do Nordeste, no Governo do Estado, nos ministérios e junto à presidenta Dilma Rousseff, o deputado Assis conseguiu articular na bancada do Piauí, em dezembro de 2011, uma emenda ao Plano Plurianual – PPA, no valor de R$ 1 bilhão para a proposta. A emenda foi vetada pela presidenta Dilma Rousseff, que alegou ausência de estudo prévio de viabilidade.
O parlamentar, então, articulou que o projeto fosse elaborado via IICA com recursos do Banco do Nordeste (BNB), a partir do Termo de Referência, elaborado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e revisado pelo BNB, IICA e DNOCS.
Durante a visita da presidenta Dilma ao Piauí, em janeiro deste ano, o deputado Assis entregou a ela um documento com todos os detalhes da proposta e os encaminhamentos dados até então. Ele solicitou que a presidenta tomasse providências para que o projeto fosse viabilizado.
Em abril, o ministro Fernando Bezerra anunciou que o Estudo de Viabilidade havia sido autorizado pela presidenta Dilma. O Estudo de Viabilidade é necessário para que a obra seja incluída no PAC. A solicitação de inclusão no PAC também foi feita pelo deputado Assis à presidenta Dilma Rousseff, em janeiro passado.
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