O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) divulgou o relatório final que aponta as causas da queda do avião que transportava no dia 6 de março de 2012 o ex-deputado estadual e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Xavier Neto. Juntamente com ele estavam no voo, o auditor Jaime Amorim Júnior, que era conselheiro substituto do TCE, e o piloto Edivaldo Pereira Sousa. Nenhum dos tripulantes sobreviveu ao acidente aéreo.
O vôo deveria ter sido acompanhado por dois pilotos, mas como o ex-conselheiro Xavier Neto decidiu levar um passageiro a mais, tiveram que optar por um dos pilotos e o escolhido foi Edivaldo que tinha pouco mais de 278 horas de voo.
A investigação revelou que o piloto não fez o planejamento adequado do voo. Naquele dia ocorreram , no intervalo entre 10h e 12h30, chuvas fortes na região de Floriano e próximo ao município de Elizeu Martins, onde a aeronave caiu.
Apesar das condições climáticas serem desfavoráveis, o piloto decolou utilizando regras de voo visual, que não são indicadas nesse tipo de situação devido à baixa visibilidade. No decorrer do vôo Edivaldo passou a utilizar as regras de voos por instrumentos, uma espécie de piloto automático, no entanto não era habilitado para tal.
O relatório concluiu que o piloto era inexperiente e assumiu o risco ao não considerar as limitações operacionais da aeronave e as condições meteorológicas.
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Imagem: Ascom
Xavier Neto e Jaime Amorim
A aeronave PT-NKS, modelo BEM-711C decolou do aeródromo de Nossa Senhora de Fátima, às 8h55, em direção ao aeródromo de Bom Jesus de Gurgueia. Aproximadamente 1h30 após a decolagem, a aeronave colidiu contra o solo na localidade Espingarda, no município de Eliseu Martins.
Xavier Neto e Jaime AmorimO vôo deveria ter sido acompanhado por dois pilotos, mas como o ex-conselheiro Xavier Neto decidiu levar um passageiro a mais, tiveram que optar por um dos pilotos e o escolhido foi Edivaldo que tinha pouco mais de 278 horas de voo.
A investigação revelou que o piloto não fez o planejamento adequado do voo. Naquele dia ocorreram , no intervalo entre 10h e 12h30, chuvas fortes na região de Floriano e próximo ao município de Elizeu Martins, onde a aeronave caiu.
Apesar das condições climáticas serem desfavoráveis, o piloto decolou utilizando regras de voo visual, que não são indicadas nesse tipo de situação devido à baixa visibilidade. No decorrer do vôo Edivaldo passou a utilizar as regras de voos por instrumentos, uma espécie de piloto automático, no entanto não era habilitado para tal.
O relatório concluiu que o piloto era inexperiente e assumiu o risco ao não considerar as limitações operacionais da aeronave e as condições meteorológicas.
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