O público de Teresina terá oportunidade de recriar os embates violentos e delicados que nos acompanham desde o pátio do jardim de infância, com a peça “Ninguém falou que seria fácil”, que traz as relações familiares para o centro do teatro. O grupo Foguetes Maravilha, que encena o espetáculo, se apresenta na capital piauiense nos dias 27, 28 e 29 de janeiro, no Teatro do Boi, gratuitamente. O grupo já participou de festivais de todo o Brasil e países, como Noruega e Portugal. Em sua temporada paulista, o espetáculo recebeu indicações da Folha e do Estado de São Paulo.
A peça mistura o cotidiano e o inusitado em uma estrutura fragmentada que inclui filmes franceses dos anos 70, dança contemporânea, dramas familiares, exercícios metalinguísticos e fábulas para crianças. Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello dão forma a uma trama escrita quase aos olhos da plateia, desvendando a dramaturgia em cena. Entre as marcas da narrativa de Ninguém falou que seria fácil estão o humor, a ironia e os jogos de linguagem. Um humor situado entre os Trapalhões e o grupo Monty Phyton; referências a um pop nostálgico, que vai de Jean-Paul Belmondo a filmes B de ficção científica, tudo marcado por um desejo de liberdade narrativa. A exploração de novas formas de estar em cena, mais a cumplicidade fluida do trio de atores resulta em um espetáculo vigoroso, de humor perturbador e energia contagiante.
O espetáculo já recebeu elogios de críticos como Bárbara Heliodora: “É mais do que gratificante assistir a uma peça original, inteligente, com conteúdo e divertida, de um jovem autor nacional. ‘Ninguém falou que seria fácil’, de Felipe Rocha, é tudo isso. Toda uma série de episódios, que nascem de forma aparentemente aleatória, mas na verdade estão controlados por mão forte, apresenta variados aspectos de comunicação humana, principalmente dentro do quadro familiar. Cada segmento, é preciso dizer, tem sua própria dinâmica, seu próprio e vivíssimo diálogo, tudo isso interpretado por um elenco de três atores que mudam de personagem e funcionalidade, compondo um todo coeso, que transmite o que o autor dizer. É um momento privilegiado de teatro e razão para comemorações quando se fala da nova dramaturgia brasileira”. Felipe Rocha já foi premiado devido à seus trabalhos no grupo com os prêmios Shell, APTR e Questão de Crítica. O grupo já participou de festivais de todo o Brasil e países, como Noruega e Portugal.
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Imagem: Foto: Reprodução
Peça "Ninguém falou que seria fácil".
Peça "Ninguém falou que seria fácil".A peça mistura o cotidiano e o inusitado em uma estrutura fragmentada que inclui filmes franceses dos anos 70, dança contemporânea, dramas familiares, exercícios metalinguísticos e fábulas para crianças. Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello dão forma a uma trama escrita quase aos olhos da plateia, desvendando a dramaturgia em cena. Entre as marcas da narrativa de Ninguém falou que seria fácil estão o humor, a ironia e os jogos de linguagem. Um humor situado entre os Trapalhões e o grupo Monty Phyton; referências a um pop nostálgico, que vai de Jean-Paul Belmondo a filmes B de ficção científica, tudo marcado por um desejo de liberdade narrativa. A exploração de novas formas de estar em cena, mais a cumplicidade fluida do trio de atores resulta em um espetáculo vigoroso, de humor perturbador e energia contagiante.
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Peça "Ninguém falou que seria fácil".
Peça "Ninguém falou que seria fácil".O espetáculo já recebeu elogios de críticos como Bárbara Heliodora: “É mais do que gratificante assistir a uma peça original, inteligente, com conteúdo e divertida, de um jovem autor nacional. ‘Ninguém falou que seria fácil’, de Felipe Rocha, é tudo isso. Toda uma série de episódios, que nascem de forma aparentemente aleatória, mas na verdade estão controlados por mão forte, apresenta variados aspectos de comunicação humana, principalmente dentro do quadro familiar. Cada segmento, é preciso dizer, tem sua própria dinâmica, seu próprio e vivíssimo diálogo, tudo isso interpretado por um elenco de três atores que mudam de personagem e funcionalidade, compondo um todo coeso, que transmite o que o autor dizer. É um momento privilegiado de teatro e razão para comemorações quando se fala da nova dramaturgia brasileira”. Felipe Rocha já foi premiado devido à seus trabalhos no grupo com os prêmios Shell, APTR e Questão de Crítica. O grupo já participou de festivais de todo o Brasil e países, como Noruega e Portugal.
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