O diretor geral da Agência de Desenvolvimento Habitacional - ADH, Gilberto Medeiros, esteve reunido com os moradores do bairro Parque Brasil, na zona Norte. Lá estão sendo construídas 189 unidades habitacionais pelo Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS, cujos recursos são do Orçamento Geral da União (OGU) com contrapartida do governo do Estado. As obras foram iniciadas na última segunda-feira (18).
O FNHIS atua em 12 municípios do Piauí, incluindo a capital, e dentre os critérios para ser beneficiado estão renda média familiar de até um salário mínimo, mulheres responsáveis pelo domicilio, família residentes em regime de coabitação, residir em situação de risco, não possui imóvel próprio, não ter sido beneficiado por programas habitacionais, entre outros.
Segundo a assistente social, Nelimária Crisanto, da ADH, o programa exige que as famílias entrem com o terreno e a ADH se responsabiliza pela construção das moradias. “A unidade habitacional segue o modelo sala, cozinha, dois quartos, banheiro e lavanderia externa. O mais importante são as famílias zelarem pelo seu imóvel, porque a lista de pessoas esperando para serem contempladas é muito grande”, declara ela.
Para a beneficiária Francisca da Costa Sousa, é um sonho realizado. “Minha casa caiu na semana passada devido as chuvas, estou morando de favor na casa de uma parenta. Eu minha amigas estamos reconstruindo minha casinha de taipa, mas agora vejo que essa realidade está mais próxima de ser mudada. Muitas casas sendo levantadas aqui no bairro”, comenta Francisca, que participava da reunião.
Gilberto Medeiros falou que a ADH quer zerar com essa questão da moradia precária no Parque Brasil. “As famílias que estão em área de risco ou que tiveram suas casas destruídas nesse inverno terão prioridade”, afirmou o diretor.
O aposentado Raimundo Nonato Félix também está incluído nas primeiras casas que estão sendo construídas. “Confesso que só não desisti, porque não tinha pra onde ir. Mas, agora estou contente, vendo minha casa nova sendo construída. Vou deixar de morar em casa de taipa”, comenta ele. O projeto do Parque Brasil é de 2009.
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O FNHIS atua em 12 municípios do Piauí, incluindo a capital, e dentre os critérios para ser beneficiado estão renda média familiar de até um salário mínimo, mulheres responsáveis pelo domicilio, família residentes em regime de coabitação, residir em situação de risco, não possui imóvel próprio, não ter sido beneficiado por programas habitacionais, entre outros.
Segundo a assistente social, Nelimária Crisanto, da ADH, o programa exige que as famílias entrem com o terreno e a ADH se responsabiliza pela construção das moradias. “A unidade habitacional segue o modelo sala, cozinha, dois quartos, banheiro e lavanderia externa. O mais importante são as famílias zelarem pelo seu imóvel, porque a lista de pessoas esperando para serem contempladas é muito grande”, declara ela.
Para a beneficiária Francisca da Costa Sousa, é um sonho realizado. “Minha casa caiu na semana passada devido as chuvas, estou morando de favor na casa de uma parenta. Eu minha amigas estamos reconstruindo minha casinha de taipa, mas agora vejo que essa realidade está mais próxima de ser mudada. Muitas casas sendo levantadas aqui no bairro”, comenta Francisca, que participava da reunião.
Gilberto Medeiros falou que a ADH quer zerar com essa questão da moradia precária no Parque Brasil. “As famílias que estão em área de risco ou que tiveram suas casas destruídas nesse inverno terão prioridade”, afirmou o diretor.
O aposentado Raimundo Nonato Félix também está incluído nas primeiras casas que estão sendo construídas. “Confesso que só não desisti, porque não tinha pra onde ir. Mas, agora estou contente, vendo minha casa nova sendo construída. Vou deixar de morar em casa de taipa”, comenta ele. O projeto do Parque Brasil é de 2009.
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