O rebaixamento da serra das Guaribas, a parte mais difícil da obra de asfaltamento da BR 235, entre as cidades de Gilbués e Santa Filomena, vai garantir acesso fácil e seguro a quem trafega pelo local, principalmente aos caminhoneiros que transportam os grãos produzidos na região.
A nova subida da serra das Guaribas, a mais de 500 metros acima do nível do mar, terá três pistas asfaltadas que, juntas, somarão 17 quilômetros de largura. Uma das faixas, a lenta, permitirá a subida de carretas sem atrapalhar o tráfego dos veículos mais leves.
Construída pelo Governo do Estado, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a BR 235 retira do isolamento a cidade de Santa Filomena, a mais de 900 quilômetros de Teresina, integrando-a comercialmente ao restante do Piauí. Na construção da rodovia estão sendo aplicados recursos no valor de R$ 102 milhões.
A primeira etapa, de 60 quilômetros, ligando a BR 235 ao sopé da serra, já está praticamente concluída. Sem asfalto, só um pequeno trecho de menos de 1 quilômetro, por conta da necessidade de remoção da rede de distribuição de energia elétrica, serviço em execução.
No segundo trecho, no topo da serra, estão em obras 30 quilômetros, dos 70 restantes. “O prazo para conclusão é o fim de 2014, mas pelo ritmo que estamos empreendendo provavelmente terminaremos bem antes”, garante o engenheiro Túlio Marcelo, um dos responsáveis pelas obras.
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A nova subida da serra das Guaribas, a mais de 500 metros acima do nível do mar, terá três pistas asfaltadas que, juntas, somarão 17 quilômetros de largura. Uma das faixas, a lenta, permitirá a subida de carretas sem atrapalhar o tráfego dos veículos mais leves.
Construída pelo Governo do Estado, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a BR 235 retira do isolamento a cidade de Santa Filomena, a mais de 900 quilômetros de Teresina, integrando-a comercialmente ao restante do Piauí. Na construção da rodovia estão sendo aplicados recursos no valor de R$ 102 milhões.
A primeira etapa, de 60 quilômetros, ligando a BR 235 ao sopé da serra, já está praticamente concluída. Sem asfalto, só um pequeno trecho de menos de 1 quilômetro, por conta da necessidade de remoção da rede de distribuição de energia elétrica, serviço em execução.
No segundo trecho, no topo da serra, estão em obras 30 quilômetros, dos 70 restantes. “O prazo para conclusão é o fim de 2014, mas pelo ritmo que estamos empreendendo provavelmente terminaremos bem antes”, garante o engenheiro Túlio Marcelo, um dos responsáveis pelas obras.
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