O advogado Joaquim Cipriano, que defende dois dos presos acusados de participar da morte do ex-vereador Emídio Reis, afirmou em entrevista ao Jornal Agora, da TV Meio Norte, nesta terça-feira (19) que o depoimento de Joaquim Pereira Neto foi colhido sob tortura.
De acordo com o advogado, Joaquim disse que sofreu tortura em Jaicós. “Botaram um saco na cabeça dele e só tiraram quando ele já estava quase sem fôlego. Conseguir confirmação sobre tortura é fácil. Colocaram-no em um quarto com oito policiais e disseram como era para ele contar e ele contou. Ele foi preso 5h da manhã e só chegaram a Teresina ao Corpo de Bombeiros 23h, nesse tempo todo ficaram rodando com ele, torturando, sem dar água e nem comida”, afirmou o advogado.
O advogado informou ainda que Joaquim Pereira é aposentado e sofre de problemas mentais tendo que tomar remédios controlados. A defesa contesta ainda algumas das afirmações da polícia e pede que ele preste um novo depoimento na presença dos advogados, da juíza e da polícia.
A defesa afirmou ainda que não acredita em alguns pontos do crime. “Eu não acredito em alguns pontos, como a reunião. Quando se vai tramar a morte de alguém não se faz reunião em fazenda cheia de gente, isso não existe. Outra, se contratar a morte de alguém e se pagar com cheque é estranho demais”, disse o advogado.
O advogado quer que a polícia investigue essa denúncia de tortura e pegue um novo depoimento do acusado na frente dos advogados e da juíza. Informou ainda que Joaquim era amigo de Emído e Francimar, outro acusado, não tinham nenhum motivo para matar Emídio.
O advogado também cuida da defesa de José Francimar Pereira, vice-prefeito de São Julião.
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De acordo com o advogado, Joaquim disse que sofreu tortura em Jaicós. “Botaram um saco na cabeça dele e só tiraram quando ele já estava quase sem fôlego. Conseguir confirmação sobre tortura é fácil. Colocaram-no em um quarto com oito policiais e disseram como era para ele contar e ele contou. Ele foi preso 5h da manhã e só chegaram a Teresina ao Corpo de Bombeiros 23h, nesse tempo todo ficaram rodando com ele, torturando, sem dar água e nem comida”, afirmou o advogado.
O advogado informou ainda que Joaquim Pereira é aposentado e sofre de problemas mentais tendo que tomar remédios controlados. A defesa contesta ainda algumas das afirmações da polícia e pede que ele preste um novo depoimento na presença dos advogados, da juíza e da polícia.
A defesa afirmou ainda que não acredita em alguns pontos do crime. “Eu não acredito em alguns pontos, como a reunião. Quando se vai tramar a morte de alguém não se faz reunião em fazenda cheia de gente, isso não existe. Outra, se contratar a morte de alguém e se pagar com cheque é estranho demais”, disse o advogado.
O advogado quer que a polícia investigue essa denúncia de tortura e pegue um novo depoimento do acusado na frente dos advogados e da juíza. Informou ainda que Joaquim era amigo de Emído e Francimar, outro acusado, não tinham nenhum motivo para matar Emídio.
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