Representantes dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais das Regiões de Floriano, Campo Maior, Canto do Buriti, Esperantina, Piripiri, Valença, Picos, Paulistana, Parnaíba, Oeiras, Canto do Buriti, demais regiões do Estado, Diretoria da FETAG-PI, Ministério Público do Trabalho, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – SRTE/PI, reuniram-se esta semana no auditório da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, para debater, aprofundar e tirar ações voltadas para organização e legalização da cadeia produtiva da palha de carnaúba no Estado.
A FETAG-PI lamenta o não comparecimento dos empresários do setor e da FAEPI, Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado do Piauí, já que foi iniciado um processo de normatização das relações de trabalho. O sentimento para as lideranças sindicais presentes à reunião foi de descaso, falta de compromisso com o trabalhador rural e descumprimento das normas trabalhista.
Na reunião ficou claro que a classe empresarial é alheia ao processo de assalariamento rural presente neste setor, às normas de segurança e saúde, aos direitos trabalhistas e humanos e a preservação da integralidade física dos trabalhadores. Segundo o Procurador do Trabalho, Dr. José Wellington “as relações de trabalho na cadeia vai ter que ser alterada e se adequar à legislação trabalhista”.
Fiscalizações e Termos de Ajuste de Conduta realizados constataram trabalho degradante e condições análogas à de escravo nesse setor. Diante deste quadro, o encaminhamento prioritário da reunião tem como foco a total reinversão desta realidade degradante o mais urgente possível. Cada órgão construiu uma agenda de ações no âmbito de sua competência a fim de tomar as medidas cabíveis.
Após a reunião, a FETAG-PI e seus Sindicatos já agendaram várias reuniões de trabalho em seus Polos Regionais, com os trabalhadores da palha de carnaúba, já que estes estão sendo pressionados pela classe empresarial para abrirem mão de seus direitos.
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A FETAG-PI lamenta o não comparecimento dos empresários do setor e da FAEPI, Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado do Piauí, já que foi iniciado um processo de normatização das relações de trabalho. O sentimento para as lideranças sindicais presentes à reunião foi de descaso, falta de compromisso com o trabalhador rural e descumprimento das normas trabalhista.
Na reunião ficou claro que a classe empresarial é alheia ao processo de assalariamento rural presente neste setor, às normas de segurança e saúde, aos direitos trabalhistas e humanos e a preservação da integralidade física dos trabalhadores. Segundo o Procurador do Trabalho, Dr. José Wellington “as relações de trabalho na cadeia vai ter que ser alterada e se adequar à legislação trabalhista”.
Fiscalizações e Termos de Ajuste de Conduta realizados constataram trabalho degradante e condições análogas à de escravo nesse setor. Diante deste quadro, o encaminhamento prioritário da reunião tem como foco a total reinversão desta realidade degradante o mais urgente possível. Cada órgão construiu uma agenda de ações no âmbito de sua competência a fim de tomar as medidas cabíveis.
Após a reunião, a FETAG-PI e seus Sindicatos já agendaram várias reuniões de trabalho em seus Polos Regionais, com os trabalhadores da palha de carnaúba, já que estes estão sendo pressionados pela classe empresarial para abrirem mão de seus direitos.
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