O Pró-Reitor de Administração Adjunto da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Boanerges Siqueira de Albuquerque Júnior foi denunciado por volta das 11h19min de ontem (10 de abril de 2013), na Delegacia da Mulher Norte, no Bairro Buenos Aires, na Zona Norte de Teresina-PI, acusado de agredir dentro da própria UESPI, no Bairro Pirajá, na Zona Norte da Capital do Piauí, uma servidora da própria instituição, que registrou o Boletim de Ocorrência nº 100201.0003366/2013-91.
A agente de polícia Teresinha de Jesus Oliveira, que estava de plantão na Delegacia da Mulher Norte, cuja titular é a delegada Cláudia Elisa Ribeiro Pinheiro foi a responsável pelo registro do BO onde o Pró-Reitor Boanerges Siqueira é acusado de ter chamando a servidora da UESPI de “mentirosa e ainda ter colocado o dedo na sua cara”.
A servidora pediu para o seu nome não ser divulgado na matéria, mas a sua assinatura consta no Boletim de Ocorrência registrado contra o Pró-Reitor Adjunto da UESPI. De acordo com o BO feito na Delegacia da Mulher, o Pró-Reitor Boanerges Siqueira teria agredido a servidora da UESPI, por volta das 8h30min da última quarta-feira (10 de abril de 2013).
A técnica-administrativo relata no Boletim de Ocorrência que Boanerges Siqueira é um dos seus chefes e que ontem (10), por volta das 8h30min ao comunicar sobre a declaração e recadastramento do ponto eletrônico solicitado por Boanerges, ele se alterou e em tom agressivo ordenou que a mesma se sentasse e a chamou de “mentirosa e ainda colocou o dedo na sua cara”. “Na ocasião, eu pedi respeito e que ele tirasse o dedo da minha cara e ele respondeu que o dedo era dele e que ele botava onde ele quisesse”, relatou no BO a servidora da UESPI. O técnico-administrativo da Universidade Estadual do Piauí ganha menos que o salário mínimo que é 668 reais e 37 centavos.
A equipe de reportagem do GP1 tentou entrar em contato com o Pró-Reitor, mas ele não foi localizado para falar sobre a denúncia.
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Imagem: Canabrava News
Pró-Reitor Adjunto da UESPI, Boanerges Siqueira foi denunciado na Delegacia da Mulher em Teresina-PI
Pró-Reitor Adjunto da UESPI, Boanerges Siqueira foi denunciado na Delegacia da Mulher em Teresina-PIA agente de polícia Teresinha de Jesus Oliveira, que estava de plantão na Delegacia da Mulher Norte, cuja titular é a delegada Cláudia Elisa Ribeiro Pinheiro foi a responsável pelo registro do BO onde o Pró-Reitor Boanerges Siqueira é acusado de ter chamando a servidora da UESPI de “mentirosa e ainda ter colocado o dedo na sua cara”.
A servidora pediu para o seu nome não ser divulgado na matéria, mas a sua assinatura consta no Boletim de Ocorrência registrado contra o Pró-Reitor Adjunto da UESPI. De acordo com o BO feito na Delegacia da Mulher, o Pró-Reitor Boanerges Siqueira teria agredido a servidora da UESPI, por volta das 8h30min da última quarta-feira (10 de abril de 2013).
Imagem: Canabrava News
Veja o Pró-Reitor Boanerges Siqueira, se emocionou quando se despediu da UESPI de Picos-PI
Veja o Pró-Reitor Boanerges Siqueira, se emocionou quando se despediu da UESPI de Picos-PIA técnica-administrativo relata no Boletim de Ocorrência que Boanerges Siqueira é um dos seus chefes e que ontem (10), por volta das 8h30min ao comunicar sobre a declaração e recadastramento do ponto eletrônico solicitado por Boanerges, ele se alterou e em tom agressivo ordenou que a mesma se sentasse e a chamou de “mentirosa e ainda colocou o dedo na sua cara”. “Na ocasião, eu pedi respeito e que ele tirasse o dedo da minha cara e ele respondeu que o dedo era dele e que ele botava onde ele quisesse”, relatou no BO a servidora da UESPI. O técnico-administrativo da Universidade Estadual do Piauí ganha menos que o salário mínimo que é 668 reais e 37 centavos.
Imagem: ReproduçãoClique para ampliar
Delegada Cláudia Pinheiro, titular da Delegacia da Mulher Norte de Teresina-PI, está apurando o caso
A delegada Cláudia Elisa Ribeiro Pinheiro marcou a audiência para acontecer na Delegacia da Mulher Norte, entre a servidora da UESPI e o Pró-Reitor Boanerges Siqueira, para o dia 17 de abril de 2013. O Pró-Reitor será intimado pela Polícia Civil e caso não haja um entendimento entre a servidora e ele, a delegada Cláudia Pinheiro deverá fazer um Termo Circunstanciado sobre o que aconteceu e encaminhá-lo à Justiça.
Delegada Cláudia Pinheiro, titular da Delegacia da Mulher Norte de Teresina-PI, está apurando o casoA equipe de reportagem do GP1 tentou entrar em contato com o Pró-Reitor, mas ele não foi localizado para falar sobre a denúncia.
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