O Movimento dos Sem Terra (MST) bloqueou nesta quarta-feira, 17, dezenas de rodovias em dez Estados brasileiros como parte das manifestações do “Abril Vermelho”. Além de cobrar a aceleração da reforma agrária e o assentamento de 150 mil acampados em todo o País, os atos marcaram os 17 anos do confronto entre sem terra e a Polícia Militar do Pará em Eldorado dos Carajás, que terminou com a morte de 21 pessoas.
No interior de São Paulo, foram bloqueados trechos da via Anhanguera, perto de Ribeirão Preto, e da Raposo Tavares, em Itapetininga. Nos dois casos, a ação durou cerca de 20 minutos e provocou congestionamentos. Uma fazenda foi invadida em Agudos.
Um balanço divulgado pela assessoria do MST, que incluiu invasões de outros dias, menciona operações em 17 Estados. Segundo esse relato, os sem terra “trancaram 60 rodovias, realizaram ocupações de terras, prédios públicos, prefeituras, marchas e atos políticos e doações de alimentos por todo o País”. Em um dos locais simbólicos do protesto, Eldorado dos Carajás (PA), cerca de dois mil militantes interditaram a rodovia PA-150, na altura da curva do S. No Paraná, foram fechados trechos de estradas estaduais e federais em 20 cidades. Além disso, houve um ato de protesto diante do Tribunal de Justiça, em Curitiba.
Em Pernambuco foram fechadas 12 rodovias e o MST ocupou as prefeituras de Goiana, na região norte, e de Moreno, região metropolitana do Recife. Quatro estradas federais - BR-060, BR-183, BR-167 e BR-267 - e três estaduais também foram parcialmente paralisadas em Mato Grosso do Sul. Em Minas Gerais, a ação principal atingiu o Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Em Mato Grosso, duas rodovias tiveram trânsito interrompido em Dom Aquino e Cáceres. Também foram bloqueados cinco trechos da BR-463, em Rondônia, e mais duas rodovias no interior de Maranhão. Houve ainda bloqueios em Sergipe e no Piauí. Em Fortaleza (CE), foi ocupada a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). Em Goiânia, o mesmo ocorreu com a sede do Incra.
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No interior de São Paulo, foram bloqueados trechos da via Anhanguera, perto de Ribeirão Preto, e da Raposo Tavares, em Itapetininga. Nos dois casos, a ação durou cerca de 20 minutos e provocou congestionamentos. Uma fazenda foi invadida em Agudos.
Um balanço divulgado pela assessoria do MST, que incluiu invasões de outros dias, menciona operações em 17 Estados. Segundo esse relato, os sem terra “trancaram 60 rodovias, realizaram ocupações de terras, prédios públicos, prefeituras, marchas e atos políticos e doações de alimentos por todo o País”. Em um dos locais simbólicos do protesto, Eldorado dos Carajás (PA), cerca de dois mil militantes interditaram a rodovia PA-150, na altura da curva do S. No Paraná, foram fechados trechos de estradas estaduais e federais em 20 cidades. Além disso, houve um ato de protesto diante do Tribunal de Justiça, em Curitiba.
Em Pernambuco foram fechadas 12 rodovias e o MST ocupou as prefeituras de Goiana, na região norte, e de Moreno, região metropolitana do Recife. Quatro estradas federais - BR-060, BR-183, BR-167 e BR-267 - e três estaduais também foram parcialmente paralisadas em Mato Grosso do Sul. Em Minas Gerais, a ação principal atingiu o Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Em Mato Grosso, duas rodovias tiveram trânsito interrompido em Dom Aquino e Cáceres. Também foram bloqueados cinco trechos da BR-463, em Rondônia, e mais duas rodovias no interior de Maranhão. Houve ainda bloqueios em Sergipe e no Piauí. Em Fortaleza (CE), foi ocupada a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). Em Goiânia, o mesmo ocorreu com a sede do Incra.
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