No dia 25 de maio comemora-se o Dia da Indústria. Embora se trate de um dos setores mais importantes para economia brasileira, não existem investimentos que correspondam a essa relevância. Dentre os problemas na indústria nacional, há a baixa produtividade, alta carga tributária e a falta de competitividade com relação às empresas internacionais.
No Piauí, além desses problemas há a precariedade dos setores de água e energia, que impedem o desenvolvimento qualitativo. O presidente da Associação Industrial do Piauí – AIP, Ezequias Costa, cita que estes problemas estruturais são empecilhos para o desenvolvimento da Indústria piauiense, tornado-a pouco atrativa para instalação de novos empreendimentos.
Ezequias Costa, que atua no ramo pneumático, diz ainda que: “o Piauí possui uma das energias mais caras do Brasil, e o serviço oferecido não condiz em nada com o valor cobrado, assim como a qualidade do fornecimento de água, o que provoca perda na produção”. O empresário afirma que essas deficiências impendem o interesse de investimento por parte de indústrias multinacionais, em consequência as mesmas acabam migrando para Estados vizinhos, como Maranhão e Ceará.
Segundo matéria do jornal O Globo, os problemas estruturais da indústria brasileira afetam fortemente a balança comercial brasileira e levaram o segmento a acumular déficits bilionários nos últimos sete anos. O resultado do setor passou de um superávit comercial de US$ 5,2 bilhões em 2006 para um déficit de US$ 94,9 bilhões no ano passado.
A AIP já havia realizado em 2010 o “Fórum Piauí 2020”, com o objetivo de discutir junto ao Governo e os empresários, mecanismo de apoio ao desenvolvimento do setor industrial no Estado. Entre os debates foram discutidos a ampliação e melhoria da infraestrutura como: aeroportos, portos, rodovias, ferrovias, distritos industriais, rede de água e esgoto, energia com construção de hidrelétricas e eclusas. Também foi colocada necessidade de reforma trabalhista, capacitação das cadeias produtivas, incentivo ao comércio exterior, política de incentivos fiscais, desburocratização, entre outras sugestões propostas.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
No Piauí, além desses problemas há a precariedade dos setores de água e energia, que impedem o desenvolvimento qualitativo. O presidente da Associação Industrial do Piauí – AIP, Ezequias Costa, cita que estes problemas estruturais são empecilhos para o desenvolvimento da Indústria piauiense, tornado-a pouco atrativa para instalação de novos empreendimentos.
Imagem: Divulgação
Presidente da Associação Industrial do Piauí ? AIP, Ezequias Costa,
Presidente da Associação Industrial do Piauí ? AIP, Ezequias Costa,Ezequias Costa, que atua no ramo pneumático, diz ainda que: “o Piauí possui uma das energias mais caras do Brasil, e o serviço oferecido não condiz em nada com o valor cobrado, assim como a qualidade do fornecimento de água, o que provoca perda na produção”. O empresário afirma que essas deficiências impendem o interesse de investimento por parte de indústrias multinacionais, em consequência as mesmas acabam migrando para Estados vizinhos, como Maranhão e Ceará.
Segundo matéria do jornal O Globo, os problemas estruturais da indústria brasileira afetam fortemente a balança comercial brasileira e levaram o segmento a acumular déficits bilionários nos últimos sete anos. O resultado do setor passou de um superávit comercial de US$ 5,2 bilhões em 2006 para um déficit de US$ 94,9 bilhões no ano passado.
A AIP já havia realizado em 2010 o “Fórum Piauí 2020”, com o objetivo de discutir junto ao Governo e os empresários, mecanismo de apoio ao desenvolvimento do setor industrial no Estado. Entre os debates foram discutidos a ampliação e melhoria da infraestrutura como: aeroportos, portos, rodovias, ferrovias, distritos industriais, rede de água e esgoto, energia com construção de hidrelétricas e eclusas. Também foi colocada necessidade de reforma trabalhista, capacitação das cadeias produtivas, incentivo ao comércio exterior, política de incentivos fiscais, desburocratização, entre outras sugestões propostas.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Ver todos os comentários | 0 |