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Ministério Público apura denúncia de assédio moral contra servidores do SAMU

As denúncias foram negadas pelo Diretor Médico do SAMU, José Ivaldo de Oliveira

 O Promotor de Justiça Fernando Ferreira dos Santos realizou uma audiência nesta terça-feira, 14 de maio, para apurar as denúncias da falta de condições de trabalho e supostas práticas de assédio moral contra servidores lotados no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Estiveram presentes representantes do sindicato dos servidores municipais, o Diretor Médico e o gerente de enfermagem do SAMU.

Imagem: ReproduçãoFernando Santos, promotor(Imagem:Reprodução)Fernando Santos, promotor

Os representantes do sindicato relataram práticas corriqueiras de assédio moral, incluindo transferência e remanejamentos irregulares de servidores, especialmente daqueles organizados em algum movimento da categoria. Também foram relatadas as péssimas condições de funcionamento das ambulâncias. As denúncias foram negadas pelo Diretor Médico do SAMU, José Ivaldo de Oliveira.

O Promotor Fernando Ferreira dos Santos requereu que o SAMU apresente, no prazo de dez dias, o relatório sobre as condições de todas as ambulâncias em funcionamento. O Ministério Público expedirá recomendação à Fundação Hospitalar para que seja encaminhada a criação do cargo de Socorrista, e prestará orientações para a adequação dos pontos de apoio para lavagem das ambulâncias com o pessoal qualificado, criação da CIPA (comissão interna de prevenção de acidentes).

A recomendação também vai tratar da extinção do segundo e terceiro turnos e convocação imediata dos aprovados em concurso público, além da requisição de informações acerca dos critérios pagos a título de substituição para pessoal de nível superior e médio.

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