Policiais civis estiveram reunidos na manhã de hoje (02) na Praça do centro administrativo realizando uma Assembleia Geral Extraordinária para avaliar o movimento “Polícia Legal”.
Cristiano Ribeiro, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi) disse qual o objetivo da reunião. “Iremos realizar uma assembleia para que haja a avaliação do movimento intitulado “Polícia Legal”, estamos aqui para motivar, além de trocar ideias com a categoria. O pessoal do interior também está aqui, eles estão tendo um comportamento exemplar, cidade como Picos está completamente paralisada, não que a gente queira, não estamos em greve, nunca se ventilou a possibilidade de greve, queremos atuar no limite da lei, o que é regra na administração”, afirmou.
Ainda de acordo com o presidente, os policiais precisam de melhores condições de trabalho. “Os policiais estão em seus locais de trabalho preparados para atender a sociedade, mas precisam fazer aquilo que a lei diz e com total segurança. O estado precisa dar condições para que a categoria possa exercer a sua função. Nossas vidas não são descartáveis. Estamos há cinco anos sem fornecimento de munições, além disso, precisamos de coletes, pois todos estão vencidos, viaturas regularizadas, os delegados precisam estar presentes nas delegacias, por que eles são os técnicos, os chefes, eles que vão analisar os casos e ver quais medidas devem ser tomadas”, disse.
Cristiano ainda disse que independente de qualquer acordo que possa existir, o movimento não vai acabar, pois a cada dia ele cresce. Um movimento de reestruturação da Polícia Civil do Piauí. É assim que o presidente do Sinpolpi caracteriza o “Polícia Legal”. “Ele é um movimento diferenciado de greve e vem crescendo a cada dia. Os policiais estão aos poucos, mesmo aqueles que insistem em praticar o ato na ilegalidade absorvendo essa ideia a partir do exemplo do amigo. Todos tem que ter consciências que nossas atribuições são limitadas pela lei e o estado precisa dar contrapartida”, concluiu.
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Imagem: Francyelle Elias/ GP1
Movimento "Polícia Legal"
Movimento "Polícia Legal"Cristiano Ribeiro, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi) disse qual o objetivo da reunião. “Iremos realizar uma assembleia para que haja a avaliação do movimento intitulado “Polícia Legal”, estamos aqui para motivar, além de trocar ideias com a categoria. O pessoal do interior também está aqui, eles estão tendo um comportamento exemplar, cidade como Picos está completamente paralisada, não que a gente queira, não estamos em greve, nunca se ventilou a possibilidade de greve, queremos atuar no limite da lei, o que é regra na administração”, afirmou.
Imagem: Francyelle Elias/ GP1
Cristiano Ribeiro
Cristiano RibeiroAinda de acordo com o presidente, os policiais precisam de melhores condições de trabalho. “Os policiais estão em seus locais de trabalho preparados para atender a sociedade, mas precisam fazer aquilo que a lei diz e com total segurança. O estado precisa dar condições para que a categoria possa exercer a sua função. Nossas vidas não são descartáveis. Estamos há cinco anos sem fornecimento de munições, além disso, precisamos de coletes, pois todos estão vencidos, viaturas regularizadas, os delegados precisam estar presentes nas delegacias, por que eles são os técnicos, os chefes, eles que vão analisar os casos e ver quais medidas devem ser tomadas”, disse.
Imagem: Francyelle Elias/ GP1
Policiais civis realizaram assembleia na manhã de hoje (02)
Policiais civis realizaram assembleia na manhã de hoje (02)Cristiano ainda disse que independente de qualquer acordo que possa existir, o movimento não vai acabar, pois a cada dia ele cresce. Um movimento de reestruturação da Polícia Civil do Piauí. É assim que o presidente do Sinpolpi caracteriza o “Polícia Legal”. “Ele é um movimento diferenciado de greve e vem crescendo a cada dia. Os policiais estão aos poucos, mesmo aqueles que insistem em praticar o ato na ilegalidade absorvendo essa ideia a partir do exemplo do amigo. Todos tem que ter consciências que nossas atribuições são limitadas pela lei e o estado precisa dar contrapartida”, concluiu.
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