Cansados de enrolação por parte da direção da Eletrobras nas negociações do Acordo Coletivo Nacional 2013/2014, os trabalhadores da CHESF, de Teresina e Guadalupe, aprovaram indicativo de greve a partir de segunda-feira (1º). Uma comissão do Coletivo Nacional dos Eletricitários se reunirá com a direção da Holding nesta quinta-feira (27) e se desse encontro não sair nenhuma proposta que a categoria considere de relevância para que prossigam as negociações, a greve será referendada e poderá ser por tempo indeterminado.
Desde abril os eletricitários de todo o país estão negociando seu ACT com a Eletrobras, mas, de acordo com os trabalhadores, a empresa não apresentou nenhuma contraproposta até agora. A última reunião aconteceu dia 21/06, com a participação do SINTEPI, onde a empresa alegou que fez investimentos estruturais e que ainda não obteve retornou. “Não podemos chamar essa campanha de negociação e sim de enrolação. Não vamos mais aceitar a indiferença da empresa com nosso acordo e nem vamos pagar por uma conta que não é nossa”, disse Herbert Marinho, diretor de imprensa SINTEPI.
Ainda de acordo com a entidade, se hoje existem problemas financeiros gerados por uma renovação das concessões feita de forma danosa às empresas da Holding, a culpa não é dos eletricitários, que ao contrário, apresentaram a época uma série de contribuições para melhorar a MP 579, convertida na Lei 12783/2013. “Os eletricitários não podem abrir mão de um acordo justo, que leve dignidade para todos”, disse Marinho.
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Desde abril os eletricitários de todo o país estão negociando seu ACT com a Eletrobras, mas, de acordo com os trabalhadores, a empresa não apresentou nenhuma contraproposta até agora. A última reunião aconteceu dia 21/06, com a participação do SINTEPI, onde a empresa alegou que fez investimentos estruturais e que ainda não obteve retornou. “Não podemos chamar essa campanha de negociação e sim de enrolação. Não vamos mais aceitar a indiferença da empresa com nosso acordo e nem vamos pagar por uma conta que não é nossa”, disse Herbert Marinho, diretor de imprensa SINTEPI.
Ainda de acordo com a entidade, se hoje existem problemas financeiros gerados por uma renovação das concessões feita de forma danosa às empresas da Holding, a culpa não é dos eletricitários, que ao contrário, apresentaram a época uma série de contribuições para melhorar a MP 579, convertida na Lei 12783/2013. “Os eletricitários não podem abrir mão de um acordo justo, que leve dignidade para todos”, disse Marinho.
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