Leonice Samia Nascimento, 24 anos denunciou ao Portal GP1 que encontrou dificuldade de encontrar uma UTI Neonatal para sua filha que nasceu prematura com sete meses. A criança faleceu na Maternidade Evangelina Rosa.
A jovem relatou que a bolsa estourou por volta das 5 horas da manhã de ontem (12) e deu entrada na maternidade Santa Fé ainda pela manhã, mas os médicos não quiseram realizar os procedimentos médicos por que o hospital não tinha uma UTI disponível. Somente na noite de ontem (12), Samia foi encaminhada à Maternidade Evangelina Rosa com a promessa de que teria uma UTI Neonatal disponível para sua filha.
O parto normal foi realizado, mas a criança não resistiu e faleceu. De acordo com a Pediatra Francisca, responsável pela paciente na Maternidade Evangelina Rosa, a criança já estava com morte aparente. "Era um caso grave, o bebê só nasceu com 1.5kg, nós fizemos o possível, mas ele não resistiu", disse a médica.
A provável causa da morte de acordo com Francisca foi cardiopatia. Segundo a médica, a criança foi posta na ventilação para que corasse, mas continuava roxa e não respondia aos estímulos.
Em relação à disponibilidade de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a médica foi enfática ao relatar que não existem leitos disponíveis. “Não temos UTI’s disponíveis, é difícil conseguir para as grávidas que já estão aqui, imagine para as que vêm de outro hospital”, finalizou a pediatra.
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A jovem relatou que a bolsa estourou por volta das 5 horas da manhã de ontem (12) e deu entrada na maternidade Santa Fé ainda pela manhã, mas os médicos não quiseram realizar os procedimentos médicos por que o hospital não tinha uma UTI disponível. Somente na noite de ontem (12), Samia foi encaminhada à Maternidade Evangelina Rosa com a promessa de que teria uma UTI Neonatal disponível para sua filha.
O parto normal foi realizado, mas a criança não resistiu e faleceu. De acordo com a Pediatra Francisca, responsável pela paciente na Maternidade Evangelina Rosa, a criança já estava com morte aparente. "Era um caso grave, o bebê só nasceu com 1.5kg, nós fizemos o possível, mas ele não resistiu", disse a médica.
Imagem: Francyelle Elias/ GP1
Maternidade Evangelina Rosa
Maternidade Evangelina RosaA provável causa da morte de acordo com Francisca foi cardiopatia. Segundo a médica, a criança foi posta na ventilação para que corasse, mas continuava roxa e não respondia aos estímulos.
Em relação à disponibilidade de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a médica foi enfática ao relatar que não existem leitos disponíveis. “Não temos UTI’s disponíveis, é difícil conseguir para as grávidas que já estão aqui, imagine para as que vêm de outro hospital”, finalizou a pediatra.
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