Cem mil. Esta é a quantidade de alevinos que foi inserida, pelo governador Wilson Martins, na Bacia do Rio Parnaíba, durante a solenidade de peixamento realizada, na manhã desta quinta-feira (4), no Encontro dos Rios. A iniciativa visa à revitalização do ambiente hídrico, bem como a sustentabilidade da atividade pesqueira.
Segundo o govenador Wilson Martins, ações desta natureza serão regulares no Estado e devem contemplar outras espécies de peixes nativos. “Hoje, estamos colocando no Rio Parnaíba 100 mil alevinos da espécie curimatã produzidos em nossas unidades gestoras e queremos repovoar nossos rios também com surubins, outra espécie nativa da região. Tudo isto em prol da preservação do meio ambiente e manutenção da atividade pesqueira”, destaca Martins.
Já o coordenador estadual do Dnocs, José Carvalho, destaca que, em seis meses, os pescadores já poderão retirar os peixes do rio. "O mais importante é permitir o repovoamento do rio. É um reforço à preservação da espécie. Essa ação vai beneficiar toda a população ao longo da bacia do Parnaíba ", enfatiza.
Este é o segundo peixamento realizado em 2013, no Piauí. A primeira ação aconteceu em São Francisco do Piauí, quando 30 mil peixes da espécie nativa curimatã foram inseridos na barragem Salinas. Vale ressaltar que o peixamento é uma atividade que visa ao repovoamento de um corpo d"água utilizando-se larvas, alevinos ou juvenis de peixes. Para que ocorra o peixamento, várias etapas anteriores são cumpridas, começando pela coleta e escolha das matrizes, a reprodução em cativeiro, a produção dos alevinos e seu transporte, até a introdução dos peixes no corpo d’água.
A ação é resultado da parceria entre Governo do Estado, Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Sendo apoiada por diversos parceiros como a Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR), Secretaria do Meio Ambiente (Semar), Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), Federação de Pescadores, Sindicato dos Pescadores e Pescadoras Artesanais de José de Freitas (Sindipesca), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), entre outros.
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Imagem: Thiago Amaral
Cem mil alevinos de curimatã foram despejados no Rio Parnaíba
Cem mil alevinos de curimatã foram despejados no Rio Parnaíba Segundo o govenador Wilson Martins, ações desta natureza serão regulares no Estado e devem contemplar outras espécies de peixes nativos. “Hoje, estamos colocando no Rio Parnaíba 100 mil alevinos da espécie curimatã produzidos em nossas unidades gestoras e queremos repovoar nossos rios também com surubins, outra espécie nativa da região. Tudo isto em prol da preservação do meio ambiente e manutenção da atividade pesqueira”, destaca Martins.
Já o coordenador estadual do Dnocs, José Carvalho, destaca que, em seis meses, os pescadores já poderão retirar os peixes do rio. "O mais importante é permitir o repovoamento do rio. É um reforço à preservação da espécie. Essa ação vai beneficiar toda a população ao longo da bacia do Parnaíba ", enfatiza.
Este é o segundo peixamento realizado em 2013, no Piauí. A primeira ação aconteceu em São Francisco do Piauí, quando 30 mil peixes da espécie nativa curimatã foram inseridos na barragem Salinas. Vale ressaltar que o peixamento é uma atividade que visa ao repovoamento de um corpo d"água utilizando-se larvas, alevinos ou juvenis de peixes. Para que ocorra o peixamento, várias etapas anteriores são cumpridas, começando pela coleta e escolha das matrizes, a reprodução em cativeiro, a produção dos alevinos e seu transporte, até a introdução dos peixes no corpo d’água.
Imagem: Thiago Amaral
Soltura de Peixes no Rio Parnaíba
Soltura de Peixes no Rio ParnaíbaA ação é resultado da parceria entre Governo do Estado, Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Sendo apoiada por diversos parceiros como a Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR), Secretaria do Meio Ambiente (Semar), Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), Federação de Pescadores, Sindicato dos Pescadores e Pescadoras Artesanais de José de Freitas (Sindipesca), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), entre outros.
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