Doze detentos tentaram fugir da Polinter – Polícia inter-estadual na madrugada de hoje (24), na zona Sudeste de Teresina. Os presos utilizaram um barbeador para serrar as grades da cela onde estavam.
De acordo com os policiais, essas grades já vinham sendo serradas há algum tempo. O delegado pediu averiguação por parte da perícia depois de ser avisado da situação, porém ela não foi reparada.
Na madrugada de hoje (24), os policiais plantonistas perceberam que a parte da grade havia sido arrancada e solicitaram a presença da Polícia Militar que fez uma varredura no local e foi embora logo em seguida sem fazer a transferência dos presos.
De acordo com o policial civil Constantino Júnior, diretor jurídico do Sinpolpi, o delegado titular foi comunicado e informou que estava tomando as devidas providências. “No nosso entendimento o delegado deveria estar era aqui, pessoalmente para ver a situação”, denunciou Constantino Júnior.
Atualmente são quatro policiais que fazem a custódia dos detentos e denunciam as péssimas condições que eles vivem. “É uma situação de risco, estresse, os presos reivindicam ir para o sistema penitenciário, pois as condições que eles são submetidos são muito precárias. Eles não têm direito ao banho de sol, visita íntima e nem a falar com os seus familiares, então essa vontade de fuga é constante”, disse Constantino.
Ainda de acordo com o policial civil, quando uma pessoa é autuada em flagrante, só pode ficar 48horas nas delegacias, porém existem alguns que já estão há três meses na Polinter. “São quatro policiais contra 12 detentos de altíssima periculosidade. O ex-secretário Raimundo Leite informou que comunicou ao delegado geral e que estão tomando as devidas providências e esperamos que isso seja resolvido logo”, concluiu.
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De acordo com os policiais, essas grades já vinham sendo serradas há algum tempo. O delegado pediu averiguação por parte da perícia depois de ser avisado da situação, porém ela não foi reparada.
Imagem: Francyelle Elias/ GP1
Existem doze detentos no local
Existem doze detentos no localNa madrugada de hoje (24), os policiais plantonistas perceberam que a parte da grade havia sido arrancada e solicitaram a presença da Polícia Militar que fez uma varredura no local e foi embora logo em seguida sem fazer a transferência dos presos.
De acordo com o policial civil Constantino Júnior, diretor jurídico do Sinpolpi, o delegado titular foi comunicado e informou que estava tomando as devidas providências. “No nosso entendimento o delegado deveria estar era aqui, pessoalmente para ver a situação”, denunciou Constantino Júnior.
Imagem: Francyelle Elias/ GP1
Pedaço arrancado pelos detentos e objetos utilizados para serrar as grades
Pedaço arrancado pelos detentos e objetos utilizados para serrar as gradesAtualmente são quatro policiais que fazem a custódia dos detentos e denunciam as péssimas condições que eles vivem. “É uma situação de risco, estresse, os presos reivindicam ir para o sistema penitenciário, pois as condições que eles são submetidos são muito precárias. Eles não têm direito ao banho de sol, visita íntima e nem a falar com os seus familiares, então essa vontade de fuga é constante”, disse Constantino.
Ainda de acordo com o policial civil, quando uma pessoa é autuada em flagrante, só pode ficar 48horas nas delegacias, porém existem alguns que já estão há três meses na Polinter. “São quatro policiais contra 12 detentos de altíssima periculosidade. O ex-secretário Raimundo Leite informou que comunicou ao delegado geral e que estão tomando as devidas providências e esperamos que isso seja resolvido logo”, concluiu.
Imagem: Francyelle Elias/ GP1
Policial Constantino Júnior
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