Chegou ontem (27) ao conhecimento da imprensa uma carta contendo ameaças que teria sido entregue ao detento Valter Ricardo da Silva, testemunha ocular do homicídio do ex-vereador Emídio Reis. Na carta o detento é ameaçado de morte, a irmã do preso denunciou o caso ao Greco.
Por meio da assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Justiça (Sejus), o diretor da penitenciária Irmão Guido, Enemésio Lima, revelou que desconhecia o documento. Mas se comprometeu de ouvir o detento sobre o caso.
Na manhã desta quarta-feira (28), a Sejus emitiu uma nota de esclarecimento sobre a carta.
Confira a nota na íntegra:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Sobre a carta ameaçando o preso Valter Ricardo da Penitenciária Irmão Guido divulgada na imprensa, a SECRETARIA ESTADUAL DE JUSTIÇA, esclarece que não teve acesso à carta, por ter sido entregue pelo interno diretamente a seus familiares.
A SEJUS esclarece também que, independentemente da existência da carta, todas as medidas necessárias para preservar a integridade física do interno foram tomadas, sendo ele retirado do pavilhão e colocado no parlatório, logo após, em atendimento a ordem judicial fora entregue ao delegado Lucy Keiko (Greco), a fim de comparecer no juízo criminal de Picos para depoimento.
A SEJUS garante, ainda que ao ser entregue ao delegado, o detento Valter Ricardo, estava em boas condições físicas e não alegou ter sido espancado, tão pouco ameaçado ou torturado por outros detentos ou por qualquer outra pessoa no ambiente de confinamento.
SECRETARIA ESTADUAL DE JUSTIÇA
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Por meio da assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Justiça (Sejus), o diretor da penitenciária Irmão Guido, Enemésio Lima, revelou que desconhecia o documento. Mas se comprometeu de ouvir o detento sobre o caso.
Na manhã desta quarta-feira (28), a Sejus emitiu uma nota de esclarecimento sobre a carta.
Confira a nota na íntegra:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Sobre a carta ameaçando o preso Valter Ricardo da Penitenciária Irmão Guido divulgada na imprensa, a SECRETARIA ESTADUAL DE JUSTIÇA, esclarece que não teve acesso à carta, por ter sido entregue pelo interno diretamente a seus familiares.
A SEJUS esclarece também que, independentemente da existência da carta, todas as medidas necessárias para preservar a integridade física do interno foram tomadas, sendo ele retirado do pavilhão e colocado no parlatório, logo após, em atendimento a ordem judicial fora entregue ao delegado Lucy Keiko (Greco), a fim de comparecer no juízo criminal de Picos para depoimento.
A SEJUS garante, ainda que ao ser entregue ao delegado, o detento Valter Ricardo, estava em boas condições físicas e não alegou ter sido espancado, tão pouco ameaçado ou torturado por outros detentos ou por qualquer outra pessoa no ambiente de confinamento.
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