O presidente da Agespisa, Antonio Filho, reuniu-se na tarde desta sexta-feira (09) com o diretor da Arsete, Paulo Vilarinho, o assessor técnico da Semplan, Erick Amorim e o procurador Danilo Freitas para discutir o novo projeto de subdelegação parcial dos serviços de água e esgoto de Teresina. O encontro foi realizado na sede da empresa.
O presidente da Agespisa, Antonio Filho, explicou que a Prefeitura de Teresina sugeriu algumas alterações no novo projeto de subdelegação, que foi analisado e modificado pela Fundação Getúlio Vargas. “Somente depois de analisar essas sugestões é que podemos marcar uma audiência pública. Será elaborada uma agenda de divulgação do projeto de sociedade, entidades e todos os órgãos públicos. Nosso objetivo é dar maior transparência possível ao projeto”, disse.
Uma das mudanças sugeridas pela prefeitura é a inclusão da região da Santa Maria da Codipi para a área a ser subdelegada. A proposta da Agespisa é subdelegar 40% da área de Teresina para que uma empresa da iniciativa privada seja responsável pelos investimentos e operação do sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Segundo o presidente, essa empresa seria uma parceira na prestação dos serviços, sendo que a Agespisa continuaria no controle do saneamento.
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O presidente da Agespisa, Antonio Filho, explicou que a Prefeitura de Teresina sugeriu algumas alterações no novo projeto de subdelegação, que foi analisado e modificado pela Fundação Getúlio Vargas. “Somente depois de analisar essas sugestões é que podemos marcar uma audiência pública. Será elaborada uma agenda de divulgação do projeto de sociedade, entidades e todos os órgãos públicos. Nosso objetivo é dar maior transparência possível ao projeto”, disse.
Uma das mudanças sugeridas pela prefeitura é a inclusão da região da Santa Maria da Codipi para a área a ser subdelegada. A proposta da Agespisa é subdelegar 40% da área de Teresina para que uma empresa da iniciativa privada seja responsável pelos investimentos e operação do sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Segundo o presidente, essa empresa seria uma parceira na prestação dos serviços, sendo que a Agespisa continuaria no controle do saneamento.
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