O governo federal está estudando alternativas para minimizar os problemas de abastecimento de energia no Nordeste, como evidenciado pelo apagão ocorrido em agosto deste ano, com o desligamento de duas linhas de transmissão no Sul do Piauí em função de uma queimada, que atingiu todos os estados do Nordeste.
Dentre as alternativas estudadas pelo governo, a que mais agrada ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é a adoção do critério "N-2" na expansão da rede elétrica.
O critério de segurança "N-2" consiste em dobrar o nível de redundância para evitar que a perda de um elemento da rede elétrica (linha de transmissão ou subestação) provoque problemas no fornecimento de energia. Hoje, a expansão da rede se baseia no critério "N-1", no qual o sistema só conta com um nível de redundância.
A primeira cidade a ser planejada para ter o sistema elétrico dimensionado no critério "N-2" foi Brasília. O governo tomou a decisão recentemente em função dos recorrentes blecautes que atingiam a capital federal. A intenção é que o conceito possa ser adotado em outras cidades de médio e grande porte do País. O principal ponto negativo do critério "N-2", contudo, é que implicaria mais investimentos na rede elétrica, elevando o custo da tarifa final de energia para os consumidores.
*Com informações do Estadão
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Dentre as alternativas estudadas pelo governo, a que mais agrada ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é a adoção do critério "N-2" na expansão da rede elétrica.
O critério de segurança "N-2" consiste em dobrar o nível de redundância para evitar que a perda de um elemento da rede elétrica (linha de transmissão ou subestação) provoque problemas no fornecimento de energia. Hoje, a expansão da rede se baseia no critério "N-1", no qual o sistema só conta com um nível de redundância.
A primeira cidade a ser planejada para ter o sistema elétrico dimensionado no critério "N-2" foi Brasília. O governo tomou a decisão recentemente em função dos recorrentes blecautes que atingiam a capital federal. A intenção é que o conceito possa ser adotado em outras cidades de médio e grande porte do País. O principal ponto negativo do critério "N-2", contudo, é que implicaria mais investimentos na rede elétrica, elevando o custo da tarifa final de energia para os consumidores.
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