A partir de 1º de outubro o processo de informatização da Justiça do Trabalho em Teresina se inicia, a começar pela 1ª e 4ª Varas. Até o fim deste ano, devem ser adaptadas à nova realidade do Processo Judicial Eletrônico a 2ª e a 3ª Varas do Trabalho da capital.
É o que afirma o advogado Vinícius Cabral Cardoso, presidente da Comissão de Informática da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí (OAB-PI), durante a aplicação de curso de Processo Judicial Eletrônico (PJE) promovido pela Associação Piauiense dos Procuradores do Estado (APPE), nesta quinta-feira (26), no auditório da Procuradoria Geral do Estado.
“O sistema de peticionamento eletrônico já está funcionando no âmbito da Justiça do Trabalho, Juizados Especiais Cíveis e no Juizado Especial Federal. É preciso que acompanhemos o processo de modernização do Judiciário brasileiro. O uso do papel já está sendo abolido de vez do meio jurídico, tomado pelo avanço tecnológico e temos de nos adaptar”, observa Cabral.
O presidente da APPE, Francisco Lucas Costa Veloso, destaca a preocupação da Associação com a capacitação dos procuradores do Estado com a nova realidade que se instala no Judiciário.
“O Processo Judicial Eletrônico tem a vantagem da celeridade e economia processual, além de evitar que uma série de problemas sejam ocasionados, como o extravio de autos. Portanto, é importante que nós, procuradores, também estejamos um passo à frente, preparados para lidar com essa nova tecnologia que já faz parte de nosso cotidiano”, pontua Lucas.
O curso de PJE parte da análise da lei nº 11.419/2006, primeira lei brasileira que autoriza utilização integral do meio virtual na prestação de serviço jurisdicional.
Dentre as mudanças possibilitadas pelo Processo Judicial Eletrônico, há o rompimento com formulação do processo tradicional; a assinatura baseada em certificado digital emitido por Autoridades Certificadores credenciadas; interação completa por todos os atores do processo por meio do sistema eletrônico; a juntada de documentos e expedição de certidões é automatizada; a consulta e controle do andamento dos processos pelos envolvidos é feita em tempo real e de maneira remota; maior rapidez na distribuição, processamento e julgamento de todo tipo de processo ou recurso.
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É o que afirma o advogado Vinícius Cabral Cardoso, presidente da Comissão de Informática da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí (OAB-PI), durante a aplicação de curso de Processo Judicial Eletrônico (PJE) promovido pela Associação Piauiense dos Procuradores do Estado (APPE), nesta quinta-feira (26), no auditório da Procuradoria Geral do Estado.
“O sistema de peticionamento eletrônico já está funcionando no âmbito da Justiça do Trabalho, Juizados Especiais Cíveis e no Juizado Especial Federal. É preciso que acompanhemos o processo de modernização do Judiciário brasileiro. O uso do papel já está sendo abolido de vez do meio jurídico, tomado pelo avanço tecnológico e temos de nos adaptar”, observa Cabral.
O presidente da APPE, Francisco Lucas Costa Veloso, destaca a preocupação da Associação com a capacitação dos procuradores do Estado com a nova realidade que se instala no Judiciário.
“O Processo Judicial Eletrônico tem a vantagem da celeridade e economia processual, além de evitar que uma série de problemas sejam ocasionados, como o extravio de autos. Portanto, é importante que nós, procuradores, também estejamos um passo à frente, preparados para lidar com essa nova tecnologia que já faz parte de nosso cotidiano”, pontua Lucas.
O curso de PJE parte da análise da lei nº 11.419/2006, primeira lei brasileira que autoriza utilização integral do meio virtual na prestação de serviço jurisdicional.
Dentre as mudanças possibilitadas pelo Processo Judicial Eletrônico, há o rompimento com formulação do processo tradicional; a assinatura baseada em certificado digital emitido por Autoridades Certificadores credenciadas; interação completa por todos os atores do processo por meio do sistema eletrônico; a juntada de documentos e expedição de certidões é automatizada; a consulta e controle do andamento dos processos pelos envolvidos é feita em tempo real e de maneira remota; maior rapidez na distribuição, processamento e julgamento de todo tipo de processo ou recurso.
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