Se a queda na desigualdade de renda do País desacelerou em 2012, no Nordeste houve concentração - a região foi a única onde o Índice de Gini do rendimento do trabalho piorou, subindo para 0,529 em 2012, ante 0,520 em 2011.
Em 2012, a renda real do trabalho dos 1% mais ricos no Nordeste foi 154 vezes superior à dos 10% mais pobres, um salto ante as 130 vezes de 2011. Maranhão e Piauí têm os piores Índices Gini do País, com 0,633 e 0,568, respectivamente. O índice Gini é usado para calcular a desigualdade da distribuição de renda nos países.
A discrepância de ritmos entre base e topo da pirâmide social no avanço dos rendimentos foi ainda maior que no plano nacional: entre os nordestinos, o rendimento médio real dos 10% mais pobres ficou em R$ 107,00 - alta de 1,9%. Já para os 1% mais ricos foi de R$ 16.481,00 - 20,7% a mais.
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Em 2012, a renda real do trabalho dos 1% mais ricos no Nordeste foi 154 vezes superior à dos 10% mais pobres, um salto ante as 130 vezes de 2011. Maranhão e Piauí têm os piores Índices Gini do País, com 0,633 e 0,568, respectivamente. O índice Gini é usado para calcular a desigualdade da distribuição de renda nos países.
A discrepância de ritmos entre base e topo da pirâmide social no avanço dos rendimentos foi ainda maior que no plano nacional: entre os nordestinos, o rendimento médio real dos 10% mais pobres ficou em R$ 107,00 - alta de 1,9%. Já para os 1% mais ricos foi de R$ 16.481,00 - 20,7% a mais.
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