As 27 famílias que estão sendo removidas da Vila Jerusalém, zona Sul da capital, por conta da obra de prolongamento da Avenida Barão de Castelo Branco até a BR 343, recebem total assistência por parte da Prefeitura de Teresina.
A intervenção é executada pelo Governo do Estado e garante maior mobilidade urbana na capital. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), ficou com o papel de orientar e indenizar essas famílias. "O secretário da SEMDUH, Marco Antônio Ayres, está se reunindo com frequência com as famílias para explicar a situação.
A Prefeitura contratou a Caixa Econômica Federal para fazer uma avaliação imparcial de cada imóvel. É importante ressaltar que o terreno que essas famílias ocupam é público, do Estado, e por isso a avaliação levou em conta apenas as reformas e benfeitorias realizadas no local, por conta disso, cada família recebeu um valor diferente", ressalta a coordenadora de habitação, Rogéria Sousa.
As famílias que não concordaram com a avaliação do imóvel puderam solicitar uma reavaliação, que foi realizada pela própria Caixa Econômica Federal. "As indenizações já foram pagas e muitas famílias já puderam comprar um imóvel próprio na mesma região", afirma a coordenadora.
As famílias que ainda não conseguiram comprar um imóvel e que estejam dentro dos critérios do Ministério das Cidades serão encaminhadas para o Programa Habitacional Minha Casa, Minha Vida.
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A intervenção é executada pelo Governo do Estado e garante maior mobilidade urbana na capital. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), ficou com o papel de orientar e indenizar essas famílias. "O secretário da SEMDUH, Marco Antônio Ayres, está se reunindo com frequência com as famílias para explicar a situação.
A Prefeitura contratou a Caixa Econômica Federal para fazer uma avaliação imparcial de cada imóvel. É importante ressaltar que o terreno que essas famílias ocupam é público, do Estado, e por isso a avaliação levou em conta apenas as reformas e benfeitorias realizadas no local, por conta disso, cada família recebeu um valor diferente", ressalta a coordenadora de habitação, Rogéria Sousa.
As famílias que não concordaram com a avaliação do imóvel puderam solicitar uma reavaliação, que foi realizada pela própria Caixa Econômica Federal. "As indenizações já foram pagas e muitas famílias já puderam comprar um imóvel próprio na mesma região", afirma a coordenadora.
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