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Homem revela que corpo encontrado esquartejado às margens do rio Poti não é de ex-presidiária

O titular da Delegacia de Homicídios, Francisco Costa, o Baretta, não confirmou ou negou a declaração.

Uma polêmica nesta segunda-feira (27) norteou o caso do corpo de uma mulher encontrado esquartejado às megena dos rio Poti no dia 14 deste mês. A polícia divulgou na imprensa a identificação do corpo, mas um homem afirma que a suposta vítima está viva.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Instituto Médico Legal fazendo a remoção do corpo(Imagem:Geísa Chaves/GP1)Instituto Médico Legal fazendo a remoção do corpo
A polícia revelou no dia 22 de janeiro, que o corpo encontrado às margens seria da jovem Jaciara Nascimento Pereira Brasil, 25 anos, que estava na condicional, cumprindo regime semiaberto na Penitenciária Feminina e que o principal suspeito do crime seria seu ex-companheiro.
 
Mas nesta segunda, um homem concedeu entrevista a TV Meio Norte revelando que o corpo encontrado não é de Jaciara, pois ela teria aparecido em sua pensão, localizada em Teresina, dizendo em tom de brincadeira, que não estava morta. Teria dito também que seu ex-namorado estaria preso injustamente.
 
O titular da Delegacia de Homicídios, Francisco Costa, o Baretta, não confirmou ou negou a declaração. “O que posso dizer é que a investigação continua. Existe toda uma técnica que é usada para atingir o alvo. Posso sim afirmar que os fatos serão esclarecidos e o indivíduo culpado será identificado”.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Delegado Baretta(Imagem:Geísa Chaves/GP1)Delegado Baretta
Baretta relatou que a revelação foi bastante importante para as investigações. “Nós já esperávamos esse tipo de reação. Foi bom ele ter aparecido”, conta.
 
Quando questionado sobre a possiblidade da perícia técnica ter se equivocado sobre a identificação do corpo Baretta disse. “A gente age com técnica e várias hipóteses são validadas para chegar a uma linha de investigação”.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Instituto Médico Legal fazendo a remoção do corpo(Imagem:Geísa Chaves/GP1)Instituto Médico Legal fazendo a remoção do corpo
Ainda segundo o delegado o caso será elucidado. “Quem sabe não teria que se chegar a Jaciara primeiro para então chegar aos autores desse crime. Não posso adentrar mais no assunto por ser sigiloso. Só peço que a sociedade tenha um pouco de paciência pois garanto que o crime será esclarecido”, finaliza Baretta.
 
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