O grupo de teatro carioca Foguetes Maravilha, estreou ontem(27) em Teresina com sucesso de público. Vencedor absoluto dos três maiores prêmios de teatro do Rio Janeiro: o Shell, o APTR e o novo Questão de Crítica, “Ninguém falou que seria fácil” é dos mais bem falados textos dos últimos tempos.
A montagem, cujo título diz muita coisa sobre a compreensão do texto, experimenta, com bom humor, formas mais ousadas de interagir em cena e com o público.
A peça traz as relações familiares para o centro do teatro, fazendo com que o público recrie e reflita sobre situações do seu cotidiano. Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello dão forma a uma trama escrita quase aos olhos da plateia, desvendando a dramaturgia em cena. A peça segue ainda hoje(28) e amanhã(29), às 20 horas, no Teatro do Boi, gratuitamente.
Uma conversa de casal que toma um rumo cada vez mais absurdo serve como pretexto para tratar, com inteligência, dos papeis que assumimos em nosso cotidiano e até que ponto acreditamos neles.
Entre as marcas da narrativa de “Ninguém falou que seria fácil” estão o humor, a ironia, os jogos de linguagem e as brincadeiras anárquicas de desconstrução e reconstrução das convenções teatrais, tudo marcado por um desejo de liberdade narrativa. A exploração de novas formas de estar em cena, mais a cumplicidade do trio de atores resulta em um espetáculo vigoroso, de humor perturbador e energia contagiante. Felipe Rocha que, além de encenar é o autor da peça, estabelece que as personagens pai, mãe e filha, troquem de intérprete no palco dependendo da cena, em afiado jogo cênico, onde cada um encarna varias situações.
Nessa turnê pela capital piauiense o publico de poderá participar ainda de um bate-papo com o diretor Alex Cassal antes e após o espetáculo, objetivando uma conversa informal sobre a preparação para a vivência e a apresentação da peça, aprofundando as questões abordadas. Segundo o diretor, Alex Cassal, isso ocorre porque é importante dialogar com as diferenças de cultura que se tem entre diferentes plateias de diferentes cidades. “O grande diferencial do teatro é que estamos criando aquela obra com as pessoas que estão ali naquele momento, o que torna cada sessão totalmente diferente”, afirmou Cassal. O espetáculo é patrocinado pela Petrobras.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
A montagem, cujo título diz muita coisa sobre a compreensão do texto, experimenta, com bom humor, formas mais ousadas de interagir em cena e com o público.
Imagem: Divulgação
Peça
Peça A peça traz as relações familiares para o centro do teatro, fazendo com que o público recrie e reflita sobre situações do seu cotidiano. Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello dão forma a uma trama escrita quase aos olhos da plateia, desvendando a dramaturgia em cena. A peça segue ainda hoje(28) e amanhã(29), às 20 horas, no Teatro do Boi, gratuitamente.
Uma conversa de casal que toma um rumo cada vez mais absurdo serve como pretexto para tratar, com inteligência, dos papeis que assumimos em nosso cotidiano e até que ponto acreditamos neles.
Entre as marcas da narrativa de “Ninguém falou que seria fácil” estão o humor, a ironia, os jogos de linguagem e as brincadeiras anárquicas de desconstrução e reconstrução das convenções teatrais, tudo marcado por um desejo de liberdade narrativa. A exploração de novas formas de estar em cena, mais a cumplicidade do trio de atores resulta em um espetáculo vigoroso, de humor perturbador e energia contagiante. Felipe Rocha que, além de encenar é o autor da peça, estabelece que as personagens pai, mãe e filha, troquem de intérprete no palco dependendo da cena, em afiado jogo cênico, onde cada um encarna varias situações.
Nessa turnê pela capital piauiense o publico de poderá participar ainda de um bate-papo com o diretor Alex Cassal antes e após o espetáculo, objetivando uma conversa informal sobre a preparação para a vivência e a apresentação da peça, aprofundando as questões abordadas. Segundo o diretor, Alex Cassal, isso ocorre porque é importante dialogar com as diferenças de cultura que se tem entre diferentes plateias de diferentes cidades. “O grande diferencial do teatro é que estamos criando aquela obra com as pessoas que estão ali naquele momento, o que torna cada sessão totalmente diferente”, afirmou Cassal. O espetáculo é patrocinado pela Petrobras.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Ver todos os comentários | 0 |