O Ministério Público do Piauí, por meio da promotora Renata Márcia Rodrigues Silva instaurou procedimento investigatório preliminar para investigar irregularidades na prefeitura de Nossa Senhora dos Remédios.
Na portaria nº 01/2014, a Conselheira Municipal de Saúde Zuleide compareceu à Promotoria para informar que presenciou no dia 03.09.2014 a paciente Cristina Sousa, vítima de acidente vascular cerebral, ser atendida pela médica, Dra. Milena, que diante da gravidade do caso solicitou remoção da paciente para Teresina bem como solicitou que a paciente fosse colocada em balão de oxigênio.
Segundo a promotora, a ambulância para fazer a remoção da paciente demorou mais de 01(uma) hora para chegar ao local do atendimento e que a paciente não foi colocada no balão de oxigênio porque o cilindro do mesmo se encontrava vazio.
A promotora destacou que a notícia é grave e que merece averiguação, por isso instaurou a investigação que vai apurar elementos de veracidade comprovação do fato, os quais, uma vez alicerçados em provas documentais poderão servir de justa causa justa causa para responsabilização civil, criminal e administrativa do responsável pela inadequada prestação do serviço de saúde.
A portaria foi assinada no dia 06 de outubro e publicada na edição desta sexta-feira (10) do Diário de Justiça do Piauí.
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Na portaria nº 01/2014, a Conselheira Municipal de Saúde Zuleide compareceu à Promotoria para informar que presenciou no dia 03.09.2014 a paciente Cristina Sousa, vítima de acidente vascular cerebral, ser atendida pela médica, Dra. Milena, que diante da gravidade do caso solicitou remoção da paciente para Teresina bem como solicitou que a paciente fosse colocada em balão de oxigênio.
Segundo a promotora, a ambulância para fazer a remoção da paciente demorou mais de 01(uma) hora para chegar ao local do atendimento e que a paciente não foi colocada no balão de oxigênio porque o cilindro do mesmo se encontrava vazio.
A promotora destacou que a notícia é grave e que merece averiguação, por isso instaurou a investigação que vai apurar elementos de veracidade comprovação do fato, os quais, uma vez alicerçados em provas documentais poderão servir de justa causa justa causa para responsabilização civil, criminal e administrativa do responsável pela inadequada prestação do serviço de saúde.
A portaria foi assinada no dia 06 de outubro e publicada na edição desta sexta-feira (10) do Diário de Justiça do Piauí.
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