A presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil (SINDEPOL), Andréa Magalhães, comentou esta manhã (28) o caso dos presos que causaram uma confusão na central de flagrantes em Teresina.
Para ela o caso é antigo e se arrasta por algum tempo. “Não é novidade que isso tenha acontecido, nenhuma providencia é tomada”, disse Andréa Magalhães.
Ela diz que o principal problema é a superlotação, “a informação que tenho é que desde a sexta-feira (24) nenhum preso foi encaminhado para presídio, e a central não deixou de receber detentos”, denunciou a delegada.
O ideal em acordo firmado com a secretaria de justiça é que a transferência dos presos ocorra duas vezes por semana, quando não acontece a central fica superlotada e causa os motins.
“O sindicato alerta para a superlotação na Central de Flagrante, é um problema crônico, o que aconteceu ontem é a prova disso”, alertou a presidente do sindicato.
Imagem: Pedro Santiago
Andréa Magalhães, presidente do SINDEPOL
Andréa Magalhães, presidente do SINDEPOLO Tumulto
O caso teria acontecido na tarde de ontem (27) quando cerca de 43 presos se rebelaram e geraram um tumulto na central ateando fogo nas celas, a confusão durou cerca de meia hora.
Alguns detentos passaram mal durante a confusão, eles reclamavam além da superlotação do calor e da situação em que estavam. Os policiais militares foram ao local e a confusão foi controlada.
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