Vai ser julgado, no próximo dia 08 de outubro, pela 1ª Câmara Especializada Criminal, a Ação Penal contra a vereadora do Município de Alagoinha, Maria Virlândia de Souza, denunciada pelo Ministério Público pelo crime de extorsão.
De acordo com despacho proferido, na última quinta-feira (25), pelo desembargador e relator do processo, José Francisco do Nascimento, a denunciada, enquanto ocupava o cargo de vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoinha, foi procurada pelo senhor Francisco João da Costa, interessado em reativar um benefício previdenciário de pensão por morte, pago pelo INSS.
O Ministério Público afirma que, após a reativação do beneficio, Maria Virlândia foi até a casa da vítima, no dia 6 de maio de 2014, e passou a cobrar a quantia R$ 4 mil, caso contrário, "derrubava" o pagamento dos valores. E ainda que o senhor Francisco, com medo, realizou o pagamento, mas que o dinheiro acabou sendo devolvido pela denunciada no dia 11 de maio de 2014.
Na denúncia é narrado ainda que, posteriormente, o advogado Jefferson Moura Costa procurou a vítima e cobrou o valor de R$ 4 mil. No entanto, como houve a intervenção do Sindicato, o advogado baixou a cobrança para R$ 2.400 mil.
Quando interrogada, a vereadora declarou que realmente foi procurada por Francisco João da Costa quando ele buscava a reativação de um benefício previdenciário. Informou que o sindicato sempre orienta que a parte procure um advogado, sob pena de o benefício ser "cortado" e que o normal era que o advogado cobrasse metade dos valores em atraso, como honorários advocatícios.
Na última quinta-feira, 25 de setembro, no despacho do relator, o Ministério Público Superior deu parecer posicionando-se pelo imediato julgamento do processo.
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De acordo com despacho proferido, na última quinta-feira (25), pelo desembargador e relator do processo, José Francisco do Nascimento, a denunciada, enquanto ocupava o cargo de vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoinha, foi procurada pelo senhor Francisco João da Costa, interessado em reativar um benefício previdenciário de pensão por morte, pago pelo INSS.
O Ministério Público afirma que, após a reativação do beneficio, Maria Virlândia foi até a casa da vítima, no dia 6 de maio de 2014, e passou a cobrar a quantia R$ 4 mil, caso contrário, "derrubava" o pagamento dos valores. E ainda que o senhor Francisco, com medo, realizou o pagamento, mas que o dinheiro acabou sendo devolvido pela denunciada no dia 11 de maio de 2014.
Na denúncia é narrado ainda que, posteriormente, o advogado Jefferson Moura Costa procurou a vítima e cobrou o valor de R$ 4 mil. No entanto, como houve a intervenção do Sindicato, o advogado baixou a cobrança para R$ 2.400 mil.
Quando interrogada, a vereadora declarou que realmente foi procurada por Francisco João da Costa quando ele buscava a reativação de um benefício previdenciário. Informou que o sindicato sempre orienta que a parte procure um advogado, sob pena de o benefício ser "cortado" e que o normal era que o advogado cobrasse metade dos valores em atraso, como honorários advocatícios.
Na última quinta-feira, 25 de setembro, no despacho do relator, o Ministério Público Superior deu parecer posicionando-se pelo imediato julgamento do processo.
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