Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Conselho Regional de Medicina (CRM) e o diretor do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), se reuniram ontem (8) para discutir o caso dos médicos que receberam ordem de prisão por negligenciar uma paciente no HUT.
Imagem: Associação Médica do Piauí
Emmanuel Fontes, presidente do Conselho Regional de Medicina
Emmanuel Fontes, presidente do Conselho Regional de Medicina O CRM anunciou que vai agir contra atitudes como essa e pedir para que os juízes conheçam a realidade dos hospitais da capital. “Temos que nos posicionar veementemente, a partir de agora vamos agir contra esses mandados. Os juízes precisam visitar os hospitais para conhecer a situação”, disse Emmanuel Fontes presidente do CRM.
O médico também criticou a situação da saúde no Estado: “Falta UTI nos hospitais públicos, e mesmo os particulares não é o suficiente para abrigar os casos. É preciso contruir mais hospitais, esse governo não prioriza a saúde e nós temos que cobrar mais”, disse.
O médico também criticou a situação da saúde no Estado: “Falta UTI nos hospitais públicos, e mesmo os particulares não é o suficiente para abrigar os casos. É preciso contruir mais hospitais, esse governo não prioriza a saúde e nós temos que cobrar mais”, disse.
Ele também falou da decisão do juíz Deoclécio Souza e classificou como exagerada: “O juiz extrapolou na decisão por isso é preciso mostrar o detalhes médicos. O que mais chocou foi que um dos profissionais estava fazendo uma ressuscitação e o oficial estava do lado para prendê-lo”, disse Emmanuel Fontes.
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