Na manhã desta segunda-feira (1), uma audiência pública realizada na sede da Procuradoria Geral de Justiça e presidida pela promotora Denise Costa Aguiar discutiu a situação dos matadouros no Piauí, bem como iniciativas que garantam a sua fiscalização e regularização.
De acordo com Antônio Auro da Silva, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Piauí, a situação irregular da maioria dos matadouros do Estado requer rigorosa observância, pois esse tipo de instalação, quando funciona sem seguir os padrões de higiene adequados, representa um sério risco ao meio-ambiente e à saúde pública, além de maior sofrimento para os animais. Para ele, é necessário que se exija licenciamento dos matadouros e que eles funcionem em conformidade com a legislação.
No decorrer desse ano, já foram realizadas outras quatro audiências, onde foi discutida, principalmente, a instalação do Serviço de Inspeção Municipal, que é responsável por analisar a qualidade da carne antes que ela seja comercializada e garantir que o produto está apto para o consumo.
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Imagem: Lucas Barbosa/GP1
Denise Costa Aguiar, promotora de Justiça
Na ocasião, estiveram presentes representantes das secretarias municipais, do Conselho Regional de Medicina Veterinária e da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (ADAPI), que ponderaram sobre fiscalizações e investimentos feitos no Estado.
Denise Costa Aguiar, promotora de JustiçaImagem: Lucas Barbosa/GP1
Auro da Silva, do Conselho Regional de Medicina Veterinária e Denise Costa Aguiar, promotora de Justiça
Auro da Silva, do Conselho Regional de Medicina Veterinária e Denise Costa Aguiar, promotora de JustiçaDe acordo com Antônio Auro da Silva, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Piauí, a situação irregular da maioria dos matadouros do Estado requer rigorosa observância, pois esse tipo de instalação, quando funciona sem seguir os padrões de higiene adequados, representa um sério risco ao meio-ambiente e à saúde pública, além de maior sofrimento para os animais. Para ele, é necessário que se exija licenciamento dos matadouros e que eles funcionem em conformidade com a legislação.
Imagem: Lucas Barbosa/GP1
Antônio Auro da Silva, diretor do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Piauí
Segundo Marcelo Toledo, engenheiro civil da Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR), o Piauí possui cerca de 118 matadouros construídos ou em construção. Desses, vários tiveram as obras interditadas, pois a lei determina que matadouros não podem ser construídos com verbas da Saúde.
Antônio Auro da Silva, diretor do Conselho Regional de Medicina Veterinária do PiauíImagem: Lucas Barbosa/GP1
Marcelo Toledo, engenheiro civil da Secretaria do Desenvolvimento Rural
Ele declarou que 95% dos municípios piauienses constroem matadouros em locais inadequados. “Existe um convênio firmado entre as prefeituras municipais e a SDR. Nós cuidamos de construir a estrutura física e do abastecimento de água, enquanto o equipamento dos matadouros fica por conta das prefeituras”, declarou.
Marcelo Toledo, engenheiro civil da Secretaria do Desenvolvimento RuralNo decorrer desse ano, já foram realizadas outras quatro audiências, onde foi discutida, principalmente, a instalação do Serviço de Inspeção Municipal, que é responsável por analisar a qualidade da carne antes que ela seja comercializada e garantir que o produto está apto para o consumo.
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