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Prefeito Firmino Filho participa de Seminário Aberto de Prevenção ao Suicídio realizado em Teresina

Evento foi realizado durante toda a manhã do sábado (13) no Centro de Formação Odilon Nunes.

Firmino Filho, prefeito de Teresina, participou na manhã deste sábado (13) da abertura do Seminário Aberto de Prevenção ao Suicídio, que teve como tema “Mídia e Intervenção em Crise”. O Seminário, que aconteceu durante todo o dia de ontem no Centro de Formação Odilon Nunes, bairro Marquês, foi voltado para profissionais da imprensa, psicólogos, médicos e demais pessoas interessadas no tema.
Imagem: DivulgaçãoSeminário Aberto.(Imagem:Divulgação)Seminário Aberto.

O seminário foi coordenado pelo psicólogo e psicoterapeuta Carlos Aragão Neto, com o apoio da Prefeitura de Teresina, Fundação Municipal de Saúde e Ação Social Arquidiocesana.
Imagem: DivulgaçãoSeminário Aberto de Prevenção ao Suicídio(Imagem:Divulgação)Seminário Aberto de Prevenção ao Suicídio

De acordo com Carlos Aragão, Teresina é uma cidade que possui índices de suicídio acima da média, levando à necessidade de uma busca pelo entendimento dos fatores que desencadeiam o ato. “O suicídio nunca é um ato isolado e, portanto, deve ser estudado sob vários aspectos, buscando, essencialmente, qualificar e preparar a sociedade como um todo para abordar esse tema e trabalhar na sua prevenção”, disse.

Firmino Filho também falou sobre a importância do enfrentamento ao tema. “Não dá mais para ficar colocando esse assunto debaixo do tapete. Precisamos entender o por quê de casos tão frequentes na nossa cidade, especialmente entre os jovens, e trazer o tema para uma discussão ampla e qualificada, buscando soluções conjuntas e pontuais, trabalhando principalmente os fatores de risco”, afirmou.

Na primeira palestra da manhã, a jornalista e escritora Paula Fontenelle, autora do livro “Suicídio: o futuro interrompido”, falou sobre como o suicídio costuma ser tratado na mídia e as consequências dessa abordagem. “Temos vários casos desastrosos de coberturas jornalísticas que trataram o tema com extrema irresponsabilidade, muitas vezes desrespeitando quem está em luto pela morte ocorrida e também influenciando e inspirando as pessoas vulneráveis. Por outro lado, também temos exemplos de como a mídia abordou o assunto de forma séria, colocando em pauta informações relevantes que precisam ser discutidas”, disse Paula.

No período da tarde, das 14h às 18h, foi discutida a “Intervenção em Crise”, com o palestrante Marcelo Tavares, Ph.D. em Psicologia Clínica e Intervenção em Crise pela Alabama University (USA) e coordenador do Núcleo de Intervenção em Crise do Laboratório de Saúde Mental da Universidade de Brasília.

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