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Processo de identificação de vítimas da colisão na BR 316 pode levar até três meses

O processo de identificação será realizado através de exames de DNA, visto que não há nenhuma característica física que possa diferenciá-los.

O auxiliar de necropsia do Instituto Médico Legal de Teresina, Antônio Luiz, declarou que três corpos das vítimas da tragédia ocorrida nesta segunda-feira (15), na BR 316, podem demorar para serem identificados. 

Imagem: Lucas Barbosa/GP1O Corpo de Bombeiros esteve no trabalho para resfriar os veículos envolvidos no acidente, para evitar explosões(Imagem:Lucas Barbosa/GP1)O Corpo de Bombeiros esteve no trabalho para resfriar os veículos envolvidos no acidente, para evitar explosões
Segundo ele, o processo de identificação será realizado através de exames de DNA, visto que não há nenhuma característica física que possa diferenciá-los. Os corpos são de duas mulheres e um homem. De acordo com Antônio, o processo de investigação pode levar até três meses, pois nem as famílias conseguiram identificar as vítimas.
Imagem: Lucas Barbosa/GP1Os veículos ficaram completamente carbonizados(Imagem:Lucas Barbosa/GP1)Os veículos ficaram completamente carbonizados
O material genético dos três corpos será colhido e enviado para o Instituto de Criminalística de Brasília para ser examinado. Além dos cadáveres, pedaços de corpos também foram encontrados no local do acidente e passarão pelo exame de DNA. Até o momento, apenas um corpo foi liberado, o de Wilton da Silva Abreu, de 28 anos, que jogou a filha de cinco anos para fora do ônibus na intenção de salvá-la. Ele foi identificado pela arcada dentária.


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