O conceituado escritor Enéas Barros, autor de outras obras como “Piauí Terra Querida”, reeditado quatro vezes, está divulgando seu novo livro intitulado “O Turco e o Cinzelador”.
O romance traz a história de um jovem contratado para esculpir as portas da Igreja São Benedito, em Teresina. A obra tem inspiração em um personagem verídico, o artista piauiense Sebastião Mendes, que viveu no Século XIX e recebeu da Província do Piauí subvenções para estudar na Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
O livro remonta à Teresina oitocentista, em que personagens como o frei-arquiteto Serafim de Catânia atuava nos bastidores da igreja. A obra retrata os hábitos dos moradores da capital àquela época.
Sebastião esculpiu as portas do templo, que por sua vez foram tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O livro aborda um momento de grande impacto na vida do cinzelador: uma tragédia que deixou suas marcas nas portas, interrompendo uma aventura que teve início com a chegada do turco Benjamim Amir e de sua esposa Zahrah Hazine, em 1863.
O escritor também tem em seu currículo o romance “Macauã”, e os livros “Em Verdade vos Digo” e “Parabelum”, sobre a morte do motorista Gregório.
Enéas Barros realizou uma das ações de lançamento do livro “O Turco e o Cinzelador” para os estudantes de Direito da Faculdade Santo Agostinho, no último sábado (22).
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O romance traz a história de um jovem contratado para esculpir as portas da Igreja São Benedito, em Teresina. A obra tem inspiração em um personagem verídico, o artista piauiense Sebastião Mendes, que viveu no Século XIX e recebeu da Província do Piauí subvenções para estudar na Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
Imagem: Divulgação
Enéas Barros lançou o livro "O Turco e o Cinzelador" para os estudantes de Direito da Faculdade Santo Agostinho, no último sábado (22).
Enéas Barros lançou o livro "O Turco e o Cinzelador" para os estudantes de Direito da Faculdade Santo Agostinho, no último sábado (22).O livro remonta à Teresina oitocentista, em que personagens como o frei-arquiteto Serafim de Catânia atuava nos bastidores da igreja. A obra retrata os hábitos dos moradores da capital àquela época.
Sebastião esculpiu as portas do templo, que por sua vez foram tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O livro aborda um momento de grande impacto na vida do cinzelador: uma tragédia que deixou suas marcas nas portas, interrompendo uma aventura que teve início com a chegada do turco Benjamim Amir e de sua esposa Zahrah Hazine, em 1863.
O escritor também tem em seu currículo o romance “Macauã”, e os livros “Em Verdade vos Digo” e “Parabelum”, sobre a morte do motorista Gregório.
Enéas Barros realizou uma das ações de lançamento do livro “O Turco e o Cinzelador” para os estudantes de Direito da Faculdade Santo Agostinho, no último sábado (22).
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