Servidores do Poder Judiciário piauiense deliberaram pela greve geral da categoria, após recusar a proposta da Administração do Tribunal de Justiça, que não atendeu de forma satisfatória as suas demandas.
De acordo com informações do Presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Piauí – SINDSJUS-PI, Carlos Eugênio, em assembleia extraordinária realizada na manhã desta segunda-feira (24) foi deliberado à deflagração da greve geral a partir do primeiro dia útil após o Carnaval (dia 6 de março).
“Durante assembleia realizada nesta segunda-feira com a presença maciça da categoria discutimos dois pontos importantes: primeiro a aprovação ou rejeição da proposta do TJ-PI, e, após a rejeição, discutimos a questão da greve. Com isso decidimos pela deflagração da greve geral para o primeiro dia útil após o Carnaval”, relatou o presidente.
Carlos informou que o próximo passo do sindicato será a organização da greve para que não seja decreta ilegal. “Agora vamos partir para organização da greve, precisamos informar os municípios, comunicar a imprensa, fazer tudo certo para que a greve não seja considerada ilegal”, explicou o presidente.
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Imagem: Divulgação
Greve geral dos Servidores do Poder Judiciário piauiense
Greve geral dos Servidores do Poder Judiciário piauienseDe acordo com informações do Presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Piauí – SINDSJUS-PI, Carlos Eugênio, em assembleia extraordinária realizada na manhã desta segunda-feira (24) foi deliberado à deflagração da greve geral a partir do primeiro dia útil após o Carnaval (dia 6 de março).
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SINDSJUS
SINDSJUS“Durante assembleia realizada nesta segunda-feira com a presença maciça da categoria discutimos dois pontos importantes: primeiro a aprovação ou rejeição da proposta do TJ-PI, e, após a rejeição, discutimos a questão da greve. Com isso decidimos pela deflagração da greve geral para o primeiro dia útil após o Carnaval”, relatou o presidente.
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Assembleia
AssembleiaCarlos informou que o próximo passo do sindicato será a organização da greve para que não seja decreta ilegal. “Agora vamos partir para organização da greve, precisamos informar os municípios, comunicar a imprensa, fazer tudo certo para que a greve não seja considerada ilegal”, explicou o presidente.
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