O sargento da Polícia Militar do Piauí, Salomão Marcos Moreira e mais nove acusados foram indiciados pelo delegado Tales Gomes, do Grupo de Repressão ao Crime Organizado no Piauí (Greco), no inquérito que investiga assaltos a bancos e Agências dos Correios e ainda a venda ilegal de munições para a quadrilha que vinha realizando os roubos, no Estado do Piauí.
O inquérito foi concluído pelo delegado Tales, mas outras investigações continuam sendo realizadas para chegar a outros envolvidos com o bando. A quadrilha começou a ser desbaratada com as prisões dos acusados identificados por Walterline Fortes Rodrigues Freire, o Alemão, que é de Nossa Senhora dos Remédios-PI; Jonas Leandro Gomes da Silva; Paulo Moraes e Francisco de Sousa Martins Filho, o Branco. Todos eles foram presos no Bairro Poti Velho, na Zona Norte de Teresina-PI, no dia 28 de janeiro deste ano (2014).
O bando é especializado em arrombamentos e assaltos a bancos, casas lotéricas e Agências dos Correios.
Segundo o delegado Tales Gomes, três mulheres e o sargento Salomão Marcos Moreira são os acusados da venda ilegal de munição para o bando. Com a quadrilha foram apreendidos revólveres, pistolas, armas longas de grosso calibre, explosivos, máscaras, luvas, que tinham a venda facilitada por outros indiciados. Segundo apurou o delegado Tales, a mulher identificada por Rosinete Ferreira da Silva, que está foragida, era a responsável pela intermediação da loja com os criminosos, através das funcionárias da loja Fernanda de Oliveira Martins e Magdalena de Sousa Cardoso.
Com o desdobramento das investigações, a polícia chegou ao sargento Salomão Marcos Moreira, da Polícia Militar do Piaui, que também é acusado de fornecer munição à quadrilha. De acordo com o delegado Tales Gomes, ainda há outros envolvidos citados no inquérito que estão foragidos, e seus nomes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações.
Os quatro primeiros que foram presos em flagrante, no caso Alemão, Branco, Jonas Leandro e Paulo Moares foram indiciados por formação de organização criminosa e posse e emprego de explosivos.
As três mulheres e o sargento-PM Salomão foram indiciados por comércio ilegal de munição. “Além desses a gente já sabe que existem outros envolvidos com a quadrilha, mas como temos um prazo indiciamos primeiro estes e vamos continuar as investigações”, declarou o delegado Tales.
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O inquérito foi concluído pelo delegado Tales, mas outras investigações continuam sendo realizadas para chegar a outros envolvidos com o bando. A quadrilha começou a ser desbaratada com as prisões dos acusados identificados por Walterline Fortes Rodrigues Freire, o Alemão, que é de Nossa Senhora dos Remédios-PI; Jonas Leandro Gomes da Silva; Paulo Moraes e Francisco de Sousa Martins Filho, o Branco. Todos eles foram presos no Bairro Poti Velho, na Zona Norte de Teresina-PI, no dia 28 de janeiro deste ano (2014).
O bando é especializado em arrombamentos e assaltos a bancos, casas lotéricas e Agências dos Correios.
Segundo o delegado Tales Gomes, três mulheres e o sargento Salomão Marcos Moreira são os acusados da venda ilegal de munição para o bando. Com a quadrilha foram apreendidos revólveres, pistolas, armas longas de grosso calibre, explosivos, máscaras, luvas, que tinham a venda facilitada por outros indiciados. Segundo apurou o delegado Tales, a mulher identificada por Rosinete Ferreira da Silva, que está foragida, era a responsável pela intermediação da loja com os criminosos, através das funcionárias da loja Fernanda de Oliveira Martins e Magdalena de Sousa Cardoso.
Com o desdobramento das investigações, a polícia chegou ao sargento Salomão Marcos Moreira, da Polícia Militar do Piaui, que também é acusado de fornecer munição à quadrilha. De acordo com o delegado Tales Gomes, ainda há outros envolvidos citados no inquérito que estão foragidos, e seus nomes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações.
Os quatro primeiros que foram presos em flagrante, no caso Alemão, Branco, Jonas Leandro e Paulo Moares foram indiciados por formação de organização criminosa e posse e emprego de explosivos.
As três mulheres e o sargento-PM Salomão foram indiciados por comércio ilegal de munição. “Além desses a gente já sabe que existem outros envolvidos com a quadrilha, mas como temos um prazo indiciamos primeiro estes e vamos continuar as investigações”, declarou o delegado Tales.
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